
quinta-feira, 31 de julho de 2008
FABINHO DO PCB
Ato de lançamento da campanha do candidato FABINHO DO PCB
Amanhã, dia primeiro de agosto, acontecerá o Ato político de lançamento da candidatura do professor FABINHO DO PCB – Partido Comunista Brasileiro. O ato contará com a presença de Igor Grabóis, do Comitê Central do PCB e da coordenação nacional da INTERSINDICAL. O candidato à prefeitura de Belo Horizonte Sérgio Miranda do PDT, membro do Fórum de Unidade dos Comunistas, e apoiado pelo PCB, confirmou sua presença.
Amigos e familiares; militantes sindicais e dos movimentos populares; a juventude comunista e a velha guarda do PCB se preparam para uma campanha que poderá conquistar o mandato de vereador para os comunistas e para os movimentos sociais e populares de BH. O ato acontecerá na sede da UNSP (Rua Carijós, 244 – 6º andar) a partir das 18 horas e 30 minutos.
FABINHO DO PCB
Ato de lançamento da campanha do candidato FABINHO DO PCB
Amanhã, dia primeiro de agosto, acontecerá o Ato político de lançamento da candidatura do professor FABINHO DO PCB – Partido Comunista Brasileiro. O ato contará com a presença de Igor Grabóis, do Comitê Central do PCB e da coordenação nacional da INTERSINDICAL. O candidato à prefeitura de Belo Horizonte Sérgio Miranda do PDT, membro do Fórum de Unidade dos Comunistas, e apoiado pelo PCB, confirmou sua presença.
Amigos e familiares; militantes sindicais e dos movimentos populares; a juventude comunista e a velha guarda do PCB se preparam para uma campanha que poderá conquistar o mandato de vereador para os comunistas e para os movimentos sociais e populares de BH. O ato acontecerá na sede da UNSP (Rua Carijós, 244 – 6º andar) a partir das 18 horas e 30 minutos.
Amigos e familiares; militantes sindicais e dos movimentos populares; a juventude comunista e a velha guarda do PCB se preparam para uma campanha que poderá conquistar o mandato de vereador para os comunistas e para os movimentos sociais e populares de BH. O ato acontecerá na sede da UNSP (Rua Carijós, 244 – 6º andar) a partir das 18 horas e 30 minutos.
FABINHO DO PCB - 21210
Fábio Bezerra, o Fabinho do PCB, é natural de Belo Horizonte, e iniciou suas atividades políticas durante a campanha presidencial de 1989. Estudante da E. E. Governador Milton Campos, o “Estadual Central”, participou do Movimento Fora Collor e do Conselho de Representantes de Turma. De 1993 a 1998 atuou no DCE- UFMG, no Centro Acadêmico de Filosofia, na Congregação da FAFICH e no Conselho Universitário, chegando a ser eleito diretor da UEE- MG. Em Maio de 1997, ajudou a organizar a única passeata do movimento estudantil da UFMG que seguiu do Campus Pampulha até a Praça Sete, contra a lei Edson Lobão, que instituía a cobrança de mensalidades nas Universidades Públicas. Em 2000, já como professor de filosofia e história na rede pública estadual, foi eleito para a Direção Estadual da CUT, e em 2003 foi eleito em uma chapa da oposição para a Sub- sede do Sindute em Venda Nova. Atualmente participa do Movimento Muda Sindute – OPOSIÇÂO, e é membro da Coordenação da Intersindical em Minas Gerais.
“Sabemos dos limites e das dificuldades em enfrentar o poder das elites e seus interesses políticos e econômicos... mas entendemos que a luta por um país mais justo, democrático e que avance na perspectiva da ruptura com o capitalismo não se resume apenas no enfrentamento diário em nossas comunidades, local de estudo ou local de trabalho, passa também pelo debate da política pública que será implementada pelos órgãos do poder local. A Câmara Municipal de Belo Horizonte há muito não corresponde mais com o espaço de representação dos anseios e necessidades do povo, tornando-se um ambiente fechado aos interesses privados da elite. O nosso compromisso é acima de tudo, utilizar esse espaço para potencializar as lutas sociais, garantir a manutenção dos direitos conquistados e avançar na perspectiva de novas conquistas. O desafio é muito grande e o êxito dessa campanha será possível com a participação ativa de todos aqueles que lutam contra as mazelas e a discriminação social”.
“Sabemos dos limites e das dificuldades em enfrentar o poder das elites e seus interesses políticos e econômicos... mas entendemos que a luta por um país mais justo, democrático e que avance na perspectiva da ruptura com o capitalismo não se resume apenas no enfrentamento diário em nossas comunidades, local de estudo ou local de trabalho, passa também pelo debate da política pública que será implementada pelos órgãos do poder local. A Câmara Municipal de Belo Horizonte há muito não corresponde mais com o espaço de representação dos anseios e necessidades do povo, tornando-se um ambiente fechado aos interesses privados da elite. O nosso compromisso é acima de tudo, utilizar esse espaço para potencializar as lutas sociais, garantir a manutenção dos direitos conquistados e avançar na perspectiva de novas conquistas. O desafio é muito grande e o êxito dessa campanha será possível com a participação ativa de todos aqueles que lutam contra as mazelas e a discriminação social”.
Um abraço e até a vitória.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
PIMENTA PREFEITO 21 - Juiz de Fora
Quarta-feira - 30 de julho
- Entrevista à Tribuna de Minas às 15 hs (sairá na edição de domingo).
- 19 hs - evento da ouvidoria eleitoral na OAB da Andradas;
- 20 hs - reunião do Grupo de midia.
Quinta-feira - 31 de julho
- Reunião da coordenação geral da campanha na manhã de 5ª feira no comitê central de campanha.
PIMENTA PREFEITO 21.
- Entrevista à Tribuna de Minas às 15 hs (sairá na edição de domingo).
- 19 hs - evento da ouvidoria eleitoral na OAB da Andradas;
- 20 hs - reunião do Grupo de midia.
Quinta-feira - 31 de julho
- Reunião da coordenação geral da campanha na manhã de 5ª feira no comitê central de campanha.
PIMENTA PREFEITO 21.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Luiz Jesus - Pouso Alegre
Pouso Alegre para o povo!
Luiz Jesus 21.123
Vereador – PCB
Vereador – PCB
Coligação PCB-PSB-PMN
Agnaldo Perugini 13 – Prefeito – PT
Agnaldo Perugini 13 – Prefeito – PT
Um comunista na Câmara Municipal
· Por uma administração Agnaldo Perugini que rompa com a oligarquia e mude Pouso Alegre de verdade! Nada de velhas figuras no governo!
· Pela implantação de assembléias populares! Nelas, é o povo quem definirá o que quer para os seus bairros e para o município.
· Apoio total à luta dos operários, camponeses, estudantes, sem-teto e de todos os homens e mulheres que sonham com uma sociedade sem explorados nem exploradores!
· Transporte urbano é serviço público! Passe livre para estudantes e desempregados! Fim da tarifa mais cara para o Pantano! Tarifa mais barata para todos!
· Pela investigação de obras superfaturadas e mal-feitas!
· Por mais investimento na saúde! Pelo fim da falta de remédios!
· Por merenda de qualidade nas escolas! Por uma educação popular e libertadora!
· Por melhor infra-estrutura para todo o município
JUNTE-SE A NÓS! LIGUE - 8423-7845
sábado, 26 de julho de 2008
PIMENTA PREFEITO 21
Agenda do PIMENTA PREFEITO 21:
sábado (26/07):
10 hs - Calçadão;
domingo (27/07):
10 hs - Feira livre;
2ª (28/07):
10 hs - reunião sobre saúde;
3ª (29/07):
10 hs - Reunião TRE - Plano de Mídia
20 hs - reunião Grupo de Mídia (amigos que pretendem nos ajudar em mídia para sugestões);
4ª (30/07):
19 hs - coordenação da campanha
5ª (31/07):
19 hs - Palestra Associação Comercial com Coquetel para todos prefeitáveis.
sábado (02/08) - Viagem a BH. Campanha prossegue.
domingo (03/08) - 10 hs - Feira de domingo
19 hs - Festa no Graminha/Cruzeiro do Sul - casa da Mariza (Desidério)
sábado (26/07):
10 hs - Calçadão;
domingo (27/07):
10 hs - Feira livre;
2ª (28/07):
10 hs - reunião sobre saúde;
3ª (29/07):
10 hs - Reunião TRE - Plano de Mídia
20 hs - reunião Grupo de Mídia (amigos que pretendem nos ajudar em mídia para sugestões);
4ª (30/07):
19 hs - coordenação da campanha
5ª (31/07):
19 hs - Palestra Associação Comercial com Coquetel para todos prefeitáveis.
sábado (02/08) - Viagem a BH. Campanha prossegue.
domingo (03/08) - 10 hs - Feira de domingo
19 hs - Festa no Graminha/Cruzeiro do Sul - casa da Mariza (Desidério)
Sérgio Miranda - PDT/PCB - Belo Horizonte
26/07/08(sábado)
10h00min: Caminhada em Venda Nova,
Local: saída Igreja Matriz de Santo Antônio a caminho do bairro Letícia e Jardim Comerciários
14h00min: Carreata Barreiro: partida rua W4, 170, bairro Pongeleupe
Referência pça FEBEM pegando a rua barão de monte alto.
19h30min: Missa de sétimo do ex-prefeito Célio de Castro, paróquia Nossa Senhora do Carmo
27/07/08(domingo)
10h00min: caminhada no bairro Nova Pampulha, saída R: 21/138, colégio João Lopes
12h00min: Encontro com pastora Izabel, local, r: Dom Cabral, 190, Jardim Belmonte
10h00min: Caminhada em Venda Nova,
Local: saída Igreja Matriz de Santo Antônio a caminho do bairro Letícia e Jardim Comerciários
14h00min: Carreata Barreiro: partida rua W4, 170, bairro Pongeleupe
Referência pça FEBEM pegando a rua barão de monte alto.
19h30min: Missa de sétimo do ex-prefeito Célio de Castro, paróquia Nossa Senhora do Carmo
27/07/08(domingo)
10h00min: caminhada no bairro Nova Pampulha, saída R: 21/138, colégio João Lopes
12h00min: Encontro com pastora Izabel, local, r: Dom Cabral, 190, Jardim Belmonte
Vigília pela descriminalização da Pobreza e dos Movimentos Sociais
Companheirada
Como diz o povo de Deus: Tem tempo de plantar e tempo de colher. Nos estamos no tempo de plantar. Mas, de vez em quando, colhemos algumas plantinhas. E hoje, fizemos uma boa colheita.
Foi um grande sucesso a Vigília Pela Descriminalização da Pobreza e dos Movimentos Sociais, nos reunimos na escadaria da Assembléia Legislativa e as 14,00h. Fomos em fila ate o Ministério Publico para entregar o oficio, dirigido ao sr. Jarbas Soares Junior, Procurador Geral de Justiça do Ministério Publico de Minas Gerais. Como ele estava de ferias, fomos recebidos pelo Secretario Geral do Ministério Publico, o Promotor de Justiça Sr. Luciano Luz Badini Martins para quem entregamos o oficio. O Oficio, denunciava a criminalizacao dos movimentos sociais por todo o Brasil e exigia a investigação dos acontecimentos de Manga, Minas Gerais. Em Manga, no dia 8 de julho, sem mandado de reintegração de posse em mãos, a PMMG expulsou 52 familias de trabalhadroes rurais que, ha quatro anos, viviam em acampamento localizado nas margens da estrada (espaço publico), de uma fazenda improdutiva, pleiteada pelas famílias sem-terra, ha 10 anos.
O Promotor Luciano Badini, se comprometeu com a comissão tirada pelos manifestantes, composta pelo PCB, AMES, Assembléias Populares e pelo FSMMG – a encaminhar, imediatamente, o nosso oficio para o Promotor Afonso Henriques, responsável pelo Centro de Apoio Operacional de Conflito Agrário e para o Promotor Rodrigo Filgueiras, responsável pelo Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos e para a Promotora de Justiça de Manga, Dra. Andréa Rodrigues Barcelos. Desta forma, estaria aberto um procedimento investigativo.
Cabe agora aos Movimentos Sociais acompanhar os encaminhamentos que os promotores irão dar. Estamos de posse dos e-mails dos promotores para estarmos em constante contato e poder acompanhar, avaliando e definindo o que deve ser feito.
Portanto, considero que iniciamos uma pequena colheita, resultado de nossa mobilização. Quem compareceu, contribuiu neste processo. Quem nao pode comparecer, esperamos que esteja presente nos proximos eventos.
E, aproveitando este informe, convido a todos para nossa próxima plenária, dia 12 de agosto, as 18,30h., na UNSP a Rua Carijós, 244, 6o. andar. Tema em discussão: O Grito dos Excluídos e Brigadas de Solidariedade Para Cuba.
Um abraco
Dirlene
Como diz o povo de Deus: Tem tempo de plantar e tempo de colher. Nos estamos no tempo de plantar. Mas, de vez em quando, colhemos algumas plantinhas. E hoje, fizemos uma boa colheita.
Foi um grande sucesso a Vigília Pela Descriminalização da Pobreza e dos Movimentos Sociais, nos reunimos na escadaria da Assembléia Legislativa e as 14,00h. Fomos em fila ate o Ministério Publico para entregar o oficio, dirigido ao sr. Jarbas Soares Junior, Procurador Geral de Justiça do Ministério Publico de Minas Gerais. Como ele estava de ferias, fomos recebidos pelo Secretario Geral do Ministério Publico, o Promotor de Justiça Sr. Luciano Luz Badini Martins para quem entregamos o oficio. O Oficio, denunciava a criminalizacao dos movimentos sociais por todo o Brasil e exigia a investigação dos acontecimentos de Manga, Minas Gerais. Em Manga, no dia 8 de julho, sem mandado de reintegração de posse em mãos, a PMMG expulsou 52 familias de trabalhadroes rurais que, ha quatro anos, viviam em acampamento localizado nas margens da estrada (espaço publico), de uma fazenda improdutiva, pleiteada pelas famílias sem-terra, ha 10 anos.
O Promotor Luciano Badini, se comprometeu com a comissão tirada pelos manifestantes, composta pelo PCB, AMES, Assembléias Populares e pelo FSMMG – a encaminhar, imediatamente, o nosso oficio para o Promotor Afonso Henriques, responsável pelo Centro de Apoio Operacional de Conflito Agrário e para o Promotor Rodrigo Filgueiras, responsável pelo Centro de Apoio Operacional de Direitos Humanos e para a Promotora de Justiça de Manga, Dra. Andréa Rodrigues Barcelos. Desta forma, estaria aberto um procedimento investigativo.
Cabe agora aos Movimentos Sociais acompanhar os encaminhamentos que os promotores irão dar. Estamos de posse dos e-mails dos promotores para estarmos em constante contato e poder acompanhar, avaliando e definindo o que deve ser feito.
Portanto, considero que iniciamos uma pequena colheita, resultado de nossa mobilização. Quem compareceu, contribuiu neste processo. Quem nao pode comparecer, esperamos que esteja presente nos proximos eventos.
E, aproveitando este informe, convido a todos para nossa próxima plenária, dia 12 de agosto, as 18,30h., na UNSP a Rua Carijós, 244, 6o. andar. Tema em discussão: O Grito dos Excluídos e Brigadas de Solidariedade Para Cuba.
Um abraco
Dirlene
terça-feira, 22 de julho de 2008
Partido Comunista da Colômbia e Partido Comunista da Venezuela
O PCB recebeu na semana passada dois dirigentes de partidos irmãos: Carlos Lozano, do PCC (Pacocol - Partido Comunista Colombiano), e Carolus Wimmer, do PCV (Partido Comunista de Venezuela). A intensa agenda dos camaradas incluiu um debate na Associação Brasileira de Imprensa (Rio de Janeiro), reuniões, entrevistas e, principalmente, participação em importantes palestras, nos marcos do IV Encontro Nacional do Fórum de Unidade dos Comunistas, que se realizou em Florianópolis.
Publicamos aqui dois textos: a última resolução do Comitê Central do Pacocol sobre a crise colombiana (A renúncia de Uribe, condição para a democracia) e um artigo de Carolus Wimmer (Vigência do Partido Comunista como organização revolucionária).
A renúncia de Uribe, condição para a democracia
A Corte Suprema de Justiça colombiana condenou a ex-congressista Yidis Medina pelo crime de suborno e pediu à Corte Constitucional a revisão da sentença sobre a reeleição presidencial. Argumenta que houve "atos criminosos" para forçar uma maioria na Comissão da Câmara que definiu a aprovação do ato legislativo correspondente, considerada "um claro desvio de poder".
Caso a Corte constitucional concorde com a revisão, poderá deixar sem chão o atual mandato presidencial. O presidente respondeu em seu estilo, com novos ataques à Corte Suprema. Propôs um referendo para repetir as eleições presidenciais de 2006, ignorando, em conseqüência, as decisões judiciais.
Não se trata só de um novo episódio da crise. Uribe busca quebrar as normas institucionais que legitimam a separação de poderes públicos para consolidar uma forma de dominação arbitrária. A atitude do governo denota a arrogância prepotente da presidência, baseada em poder personalista e tirânico; mostra o desgaste evidente do autoritarismo em choque com o poder judicial, um dos componentes da crise em curso; desmascara a intenção de se manter no poder a qualquer preço, passando por cima da própria legalidade existente.
Mesmo numa democracia tão limitada como a colombiana, o crime não pode gerar legitimidade, como pretendem Uribe e sua quadrilha. O conjunto de fatos que se amontoam comprovam que o regime uribista está metido em armações, fraudes, com a máfia e a corrupção e que, portanto, não pode seguir governando o país. Diante desta realidade, Uribe tenta precipitar a situação ao auto-golpe, como saída reacionária e autocrática da crise.
Para o povo colombiano põe-se na ordem do dia a exigência da renúncia de Álvaro Uribe à presidência, uma transição com a participação do movimento popular e da oposição, para a convocatória de uma Assembléia Nacional Constituinte. A intervenção popular é o eixo principal na materialização de uma saída progressista. Ela exige a mobilização unitária de massas e a convergência de todas as forças políticas descontentes com o continuísmo, a política contra os trabalhadores, a máfia narco-paramilitar, a repressão, o belicismo e a submissão frente a Bush e seu Comando Sul.
Esse é o momento de lutar por uma transformação avançada, que inclua uma reforma política e eleitoral; uma nova orientação econômica do país; uma reforma agrária democrática integral; que avance através do diálogo para uma solução política do conflito armado, com acordos humanitários; assim como uma postura amistosa e pacífica com relação aos vizinhos bolivarianos e aos demais Estados latino-americanos. O Partido Comunista Colombiano, integrante do Pólo Democrático Alternativo, faz um chamado a dinamizar a mobilização do povo, pela defesa de seus direitos fundamentais, de suas liberdades e garantias públicas e pela paz democrática com justiça social.
PARTIDO COMUNISTA COLOMBIANO / PDAComitê Executivo Central
Vigência do Partido Comunista como organização revolucionária
Carolus Wimmer*
Não é só teoria, o processo político venezuelano é um tema de atualidade prática. Especula-se o porquê do Partido Comunista da Venezuela, PCV, não haver se incorporado de uma vez ao Partido Socialista Unido de Venezuela, PSUV, formação pela qual clamou o Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez Frías. Inclusive houve quem dissesse que caso não se incorporasse, o Partido Comunista da Venezuela não teria sentido, seria liquidado no processo e reduzido a nada, porque a luta pelo socialismo "ficaria nas mãos do PSUV".
Parece um argumento aparentemente lógico, porém não é. O Partido Comunista de Venezuela luta e seguirá lutando pelo socialismo, independentemente de qual seja a posição do PSUV, ou de qualquer outra força que se proponha à transformação e liquidação do capitalismo.
Para os comunistas, o socialismo constitui uma etapa de transição a uma sociedade mais justa - a nossa maneira de ver - que é o comunismo. Então, os mais férreos e decididos lutadores pelo socialismo, somos nós, os comunistas. Alcançar e construir o socialismo nos aproxima do nosso objetivo, que é construir uma sociedade mais avançada que a organização socialista, ou seja, o comunismo, a organização comunista da sociedade. Expressando graficamente: nossa luta pelo comunismo requer uma etapa prévia, que é o socialismo. No socialismo, como organização produtiva e de distribuição social do produzido, a formulação que lhe serve de base é: "de cada um (que produz para a sociedade) segundo sua capacidade, a cada um segundo seu trabalho (remuneração por seu trabalho), pelo que deu, rendeu ou produziu"; esta constitui a base para a construção da sociedade socialista.
No comunismo a formulação de base é mais avançada e assinala "de cada um (que produz) segundo sua capacidade, a cada um segundo suas necessidades". Isto implica um alto nível de desenvolvimento da sociedade, da produtividade, permitindo satisfazer as necessidades do coletivo. Avançar ao primeiro, o socialismo, requer um pressuposto: eliminar a propriedade privada dos meios de produção. No capitalismo, tem-se a propriedade privada dos meios de produção. Os trabalhadores vendem sua força de trabalho, o que sabem fazer, pela qual os donos dos meios de produção lhes pagam uma parte do que produziram, através do salário. O restante torna-se mais-valia, pela qual o dono dos meios de produção apropria-se, constituindo-se como a base para o crescimento de sua riqueza.
Assim se estabelece a sociedade capitalista. Os que possuem os meios de produção unem-se para defender essa ordem social que lhes permite enriquecer cada vez mais. E os que são explorados unem-se para defender-se dessa exploração e lutar por outra ordem social na qual não sejam explorados. Essa união entre os exploradores se conhece como a classe social burguesa, a burguesia, que defende seus interesses e busca que as coisas se mantenham assim. E os que trabalham e são explorados constituem a classe operária, o proletariado, que defendem seus interesses e querem que a sociedade mude, com a extinção da propriedade privada, da exploração e do capitalismo.
Os interesses de ambas as classes são antagônicos. Por isso lutam entre si, fundamentalmente para exercer o poder de governar a sociedade em seu conjunto. Isso é o que se denomina a luta de classes. Que é precisamente o que nós, marxistas-leninistas, consideramos como o motor da história. Não é o marxismo-leninismo o motor da história, e sim a luta de classes. O marxismo-leninismo, suas formulações teóricas, são só um instrumento de interpretação de realidades em transformação, um instrumento de interpretação e orientação para a luta, para estudar a luta de classes em determinados momentos históricos e, portanto, não substitui a luta de classes como motor da história. Isto é "o marxismo- leninismo": um instrumento profundamente enriquecido através da história, por apoiar-se na dialética, a qual lhe permite sua renovação permanente. Que o usou Marx, em seu momento, nas condições dominantes então. Que o usou também Lenin, em seu momento, nas condições dominantes então. E que atualmente serve de guia aos Partidos Comunistas de todo o mundo para o estudo das condições econômicas e sociais, do desenvolvimento respectivo da luta de classes e para a formulação de suas políticas a partir da luta de classes e da defesa dos interesses da classe operária, do proletariado nas lutas imediatas em cada país, projetadas em seu avanço rumo ao socialismo e ao comunismo. Não se pode falar então do Marxismo-Leninismo como "dogma", nem de dogmáticos e nem que "está ultrapassado". Não está ultrapassado; pelo contrário, se renova, se atualiza, se aplica continuamente de acordo com as realidades. É dialético, dinâmico, em permanente interpretação das realidades da luta de classes. E, com isto, nós, os marxistas-leninistas, tomamos partido pelas lutas do proletariado e da classe operária contra o capitalismo. Somos anticapitalistas, combatendo todas as formas capitalistas ou que gerem capitalismo.
Como se tem falado, o novo Partido PSUV, "não vai ter as bandeiras do marxismo-leninismo porque é um dogma, porque já está ultrapassado"; porém isso não se pode decretar, deve-se demonstrá-lo cientificamente, e isso ninguém fez nem poderá fazê-lo, porque nem está ultrapassado e nem é um dogma. Que não o adote o novo Partido PSUV, que não o use, que o rechace ou expulse de suas fileiras, é uma questão dos que formam esse Partido. Este mesmo partido onde foi dito, repetidamente, que a adoção de suas orientações teóricas, políticas, modelo organizativo, etc., serão horizontais e coletivas, discutidas pelos candidatos a membros, estes convertidos em membros plenos pelo processo de reuniões de batalhões, nos quais discutirão e adotarão coletivamente as orientações teórico-doutrinárias, a linha política, sindical, etc., os estatutos, organização, funcionamento e, contudo, isso não tem ocorrido. Quer dizer, isso está por ser visto e discutido horizontalmente, segundo foi dito.
Em todo caso, houve muitas chamadas ao Partido Comunista da Venezuela para que se dissolvesse e fosse integrar o PSUV. Era para isso, para depois nos dizerem que deveríamos destituir-nos de nossa condição de comunistas e de marxistas-leninistas? Na verdade, isso demonstra a necessidade da existência do Partido Comunista da Venezuela, como Partido da classe operária, do proletariado venezuelano, como garantia do uso do marxismo-leninismo na orientação das lutas de classes e pelo socialismo, e assinala a necessidade de seu fortalecimento ideológico, político e orgânico de construir um grande Partido Comunista da Venezuela, vencendo todos os obstáculos.
E ao atualizarmos o tema, fazemos referência ao discurso do Presidente Chávez, no dia 3 de janeiro de 2008, onde autocriticamente reconhece, depois de um ano, a vigência do PCV e a necessidade de reconstruir o Pólo Patriótico como aliança entre o PSUV e o PCV.
* Membro do Comitê Central do PCV, Secretário de Relações Internacionais, Deputado do Parlamento Latino-Americano
Publicamos aqui dois textos: a última resolução do Comitê Central do Pacocol sobre a crise colombiana (A renúncia de Uribe, condição para a democracia) e um artigo de Carolus Wimmer (Vigência do Partido Comunista como organização revolucionária).
A renúncia de Uribe, condição para a democracia
A Corte Suprema de Justiça colombiana condenou a ex-congressista Yidis Medina pelo crime de suborno e pediu à Corte Constitucional a revisão da sentença sobre a reeleição presidencial. Argumenta que houve "atos criminosos" para forçar uma maioria na Comissão da Câmara que definiu a aprovação do ato legislativo correspondente, considerada "um claro desvio de poder".
Caso a Corte constitucional concorde com a revisão, poderá deixar sem chão o atual mandato presidencial. O presidente respondeu em seu estilo, com novos ataques à Corte Suprema. Propôs um referendo para repetir as eleições presidenciais de 2006, ignorando, em conseqüência, as decisões judiciais.
Não se trata só de um novo episódio da crise. Uribe busca quebrar as normas institucionais que legitimam a separação de poderes públicos para consolidar uma forma de dominação arbitrária. A atitude do governo denota a arrogância prepotente da presidência, baseada em poder personalista e tirânico; mostra o desgaste evidente do autoritarismo em choque com o poder judicial, um dos componentes da crise em curso; desmascara a intenção de se manter no poder a qualquer preço, passando por cima da própria legalidade existente.
Mesmo numa democracia tão limitada como a colombiana, o crime não pode gerar legitimidade, como pretendem Uribe e sua quadrilha. O conjunto de fatos que se amontoam comprovam que o regime uribista está metido em armações, fraudes, com a máfia e a corrupção e que, portanto, não pode seguir governando o país. Diante desta realidade, Uribe tenta precipitar a situação ao auto-golpe, como saída reacionária e autocrática da crise.
Para o povo colombiano põe-se na ordem do dia a exigência da renúncia de Álvaro Uribe à presidência, uma transição com a participação do movimento popular e da oposição, para a convocatória de uma Assembléia Nacional Constituinte. A intervenção popular é o eixo principal na materialização de uma saída progressista. Ela exige a mobilização unitária de massas e a convergência de todas as forças políticas descontentes com o continuísmo, a política contra os trabalhadores, a máfia narco-paramilitar, a repressão, o belicismo e a submissão frente a Bush e seu Comando Sul.
Esse é o momento de lutar por uma transformação avançada, que inclua uma reforma política e eleitoral; uma nova orientação econômica do país; uma reforma agrária democrática integral; que avance através do diálogo para uma solução política do conflito armado, com acordos humanitários; assim como uma postura amistosa e pacífica com relação aos vizinhos bolivarianos e aos demais Estados latino-americanos. O Partido Comunista Colombiano, integrante do Pólo Democrático Alternativo, faz um chamado a dinamizar a mobilização do povo, pela defesa de seus direitos fundamentais, de suas liberdades e garantias públicas e pela paz democrática com justiça social.
PARTIDO COMUNISTA COLOMBIANO / PDAComitê Executivo Central
Vigência do Partido Comunista como organização revolucionária
Carolus Wimmer*
Não é só teoria, o processo político venezuelano é um tema de atualidade prática. Especula-se o porquê do Partido Comunista da Venezuela, PCV, não haver se incorporado de uma vez ao Partido Socialista Unido de Venezuela, PSUV, formação pela qual clamou o Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez Frías. Inclusive houve quem dissesse que caso não se incorporasse, o Partido Comunista da Venezuela não teria sentido, seria liquidado no processo e reduzido a nada, porque a luta pelo socialismo "ficaria nas mãos do PSUV".
Parece um argumento aparentemente lógico, porém não é. O Partido Comunista de Venezuela luta e seguirá lutando pelo socialismo, independentemente de qual seja a posição do PSUV, ou de qualquer outra força que se proponha à transformação e liquidação do capitalismo.
Para os comunistas, o socialismo constitui uma etapa de transição a uma sociedade mais justa - a nossa maneira de ver - que é o comunismo. Então, os mais férreos e decididos lutadores pelo socialismo, somos nós, os comunistas. Alcançar e construir o socialismo nos aproxima do nosso objetivo, que é construir uma sociedade mais avançada que a organização socialista, ou seja, o comunismo, a organização comunista da sociedade. Expressando graficamente: nossa luta pelo comunismo requer uma etapa prévia, que é o socialismo. No socialismo, como organização produtiva e de distribuição social do produzido, a formulação que lhe serve de base é: "de cada um (que produz para a sociedade) segundo sua capacidade, a cada um segundo seu trabalho (remuneração por seu trabalho), pelo que deu, rendeu ou produziu"; esta constitui a base para a construção da sociedade socialista.
No comunismo a formulação de base é mais avançada e assinala "de cada um (que produz) segundo sua capacidade, a cada um segundo suas necessidades". Isto implica um alto nível de desenvolvimento da sociedade, da produtividade, permitindo satisfazer as necessidades do coletivo. Avançar ao primeiro, o socialismo, requer um pressuposto: eliminar a propriedade privada dos meios de produção. No capitalismo, tem-se a propriedade privada dos meios de produção. Os trabalhadores vendem sua força de trabalho, o que sabem fazer, pela qual os donos dos meios de produção lhes pagam uma parte do que produziram, através do salário. O restante torna-se mais-valia, pela qual o dono dos meios de produção apropria-se, constituindo-se como a base para o crescimento de sua riqueza.
Assim se estabelece a sociedade capitalista. Os que possuem os meios de produção unem-se para defender essa ordem social que lhes permite enriquecer cada vez mais. E os que são explorados unem-se para defender-se dessa exploração e lutar por outra ordem social na qual não sejam explorados. Essa união entre os exploradores se conhece como a classe social burguesa, a burguesia, que defende seus interesses e busca que as coisas se mantenham assim. E os que trabalham e são explorados constituem a classe operária, o proletariado, que defendem seus interesses e querem que a sociedade mude, com a extinção da propriedade privada, da exploração e do capitalismo.
Os interesses de ambas as classes são antagônicos. Por isso lutam entre si, fundamentalmente para exercer o poder de governar a sociedade em seu conjunto. Isso é o que se denomina a luta de classes. Que é precisamente o que nós, marxistas-leninistas, consideramos como o motor da história. Não é o marxismo-leninismo o motor da história, e sim a luta de classes. O marxismo-leninismo, suas formulações teóricas, são só um instrumento de interpretação de realidades em transformação, um instrumento de interpretação e orientação para a luta, para estudar a luta de classes em determinados momentos históricos e, portanto, não substitui a luta de classes como motor da história. Isto é "o marxismo- leninismo": um instrumento profundamente enriquecido através da história, por apoiar-se na dialética, a qual lhe permite sua renovação permanente. Que o usou Marx, em seu momento, nas condições dominantes então. Que o usou também Lenin, em seu momento, nas condições dominantes então. E que atualmente serve de guia aos Partidos Comunistas de todo o mundo para o estudo das condições econômicas e sociais, do desenvolvimento respectivo da luta de classes e para a formulação de suas políticas a partir da luta de classes e da defesa dos interesses da classe operária, do proletariado nas lutas imediatas em cada país, projetadas em seu avanço rumo ao socialismo e ao comunismo. Não se pode falar então do Marxismo-Leninismo como "dogma", nem de dogmáticos e nem que "está ultrapassado". Não está ultrapassado; pelo contrário, se renova, se atualiza, se aplica continuamente de acordo com as realidades. É dialético, dinâmico, em permanente interpretação das realidades da luta de classes. E, com isto, nós, os marxistas-leninistas, tomamos partido pelas lutas do proletariado e da classe operária contra o capitalismo. Somos anticapitalistas, combatendo todas as formas capitalistas ou que gerem capitalismo.
Como se tem falado, o novo Partido PSUV, "não vai ter as bandeiras do marxismo-leninismo porque é um dogma, porque já está ultrapassado"; porém isso não se pode decretar, deve-se demonstrá-lo cientificamente, e isso ninguém fez nem poderá fazê-lo, porque nem está ultrapassado e nem é um dogma. Que não o adote o novo Partido PSUV, que não o use, que o rechace ou expulse de suas fileiras, é uma questão dos que formam esse Partido. Este mesmo partido onde foi dito, repetidamente, que a adoção de suas orientações teóricas, políticas, modelo organizativo, etc., serão horizontais e coletivas, discutidas pelos candidatos a membros, estes convertidos em membros plenos pelo processo de reuniões de batalhões, nos quais discutirão e adotarão coletivamente as orientações teórico-doutrinárias, a linha política, sindical, etc., os estatutos, organização, funcionamento e, contudo, isso não tem ocorrido. Quer dizer, isso está por ser visto e discutido horizontalmente, segundo foi dito.
Em todo caso, houve muitas chamadas ao Partido Comunista da Venezuela para que se dissolvesse e fosse integrar o PSUV. Era para isso, para depois nos dizerem que deveríamos destituir-nos de nossa condição de comunistas e de marxistas-leninistas? Na verdade, isso demonstra a necessidade da existência do Partido Comunista da Venezuela, como Partido da classe operária, do proletariado venezuelano, como garantia do uso do marxismo-leninismo na orientação das lutas de classes e pelo socialismo, e assinala a necessidade de seu fortalecimento ideológico, político e orgânico de construir um grande Partido Comunista da Venezuela, vencendo todos os obstáculos.
E ao atualizarmos o tema, fazemos referência ao discurso do Presidente Chávez, no dia 3 de janeiro de 2008, onde autocriticamente reconhece, depois de um ano, a vigência do PCV e a necessidade de reconstruir o Pólo Patriótico como aliança entre o PSUV e o PCV.
* Membro do Comitê Central do PCV, Secretário de Relações Internacionais, Deputado do Parlamento Latino-Americano
terça-feira, 15 de julho de 2008
PCB constrói a ‘Unidade dos Comunistas’ e busca conquistar um mandato de vereador em BH
O Partido Comunista Brasileiro também conhecido como ‘Partidão’ disputará as eleições municipais em Belo Horizonte. O PCB apóia a candidatura do Ex-Deputado Federal Sérgio Miranda, Presidente Municipal do Partido Democrático Trabalhista e membro do Fórum de Unidade dos Comunistas. O PCB apresenta a candidatura do Fabinho – 21210, professor, líder sindical e dirigente comunista.
Nesta semana, nos dias 17,18 e 19 de julho acontecerá em Florianópolis-SC a quarta edição do Fórum de Unidade dos Comunistas. Inicialmente composto por três organizações (Corrente Comunista Luís Carlos Prestes, Refundação Comunista e o PCB) e várias personalidades ligadas ao movimento comunista brasileiro o Fórum é um importante espaço de reflexão e unidade de ação dos comunistas brasileiros. O PCB participara da coligação com o PDT de Sérgio Miranda resguardando sua independência política, mantendo-se no campo de oposição independente em relação aos governos Lula, Aécio Neves e Pimentel. Além do PCB, a Refundação Comunista e o Partido Comunista Revolucionário participam da base de apoio à candidatura de Sérgio Miranda.
O PCB concentrará seus esforços na busca pela eleição do candidato a vereador do Partido, líder sindical com destacada atuação junto aos trabalhadores e trabalhadoras em educação, sem esquecer da tarefa comunista de denunciar as contradições do sistema capitalista, prestando a necessária e justa solidariedade aos movimentos sociais de Belo Horizonte.
Segundo as palavras do Fabinho: “A Câmara Municipal de Belo Horizonte há muito não corresponde mais como o espaço de representação dos anseios e necessidades do povo, tornando-se um ambiente fechado aos interesses privados da elite. O nosso compromisso é acima de tudo, utilizar esse espaço para potencializar as lutas sociais, garantir a manutenção dos direitos conquistados e avançar na perspectiva de novas conquistas. O desafio é muito grande e o êxito dessa campanha será possível com a participação ativa de todos aqueles que lutam contra as mazelas e a discriminação social”.
Nesta semana, nos dias 17,18 e 19 de julho acontecerá em Florianópolis-SC a quarta edição do Fórum de Unidade dos Comunistas. Inicialmente composto por três organizações (Corrente Comunista Luís Carlos Prestes, Refundação Comunista e o PCB) e várias personalidades ligadas ao movimento comunista brasileiro o Fórum é um importante espaço de reflexão e unidade de ação dos comunistas brasileiros. O PCB participara da coligação com o PDT de Sérgio Miranda resguardando sua independência política, mantendo-se no campo de oposição independente em relação aos governos Lula, Aécio Neves e Pimentel. Além do PCB, a Refundação Comunista e o Partido Comunista Revolucionário participam da base de apoio à candidatura de Sérgio Miranda.
O PCB concentrará seus esforços na busca pela eleição do candidato a vereador do Partido, líder sindical com destacada atuação junto aos trabalhadores e trabalhadoras em educação, sem esquecer da tarefa comunista de denunciar as contradições do sistema capitalista, prestando a necessária e justa solidariedade aos movimentos sociais de Belo Horizonte.
Segundo as palavras do Fabinho: “A Câmara Municipal de Belo Horizonte há muito não corresponde mais como o espaço de representação dos anseios e necessidades do povo, tornando-se um ambiente fechado aos interesses privados da elite. O nosso compromisso é acima de tudo, utilizar esse espaço para potencializar as lutas sociais, garantir a manutenção dos direitos conquistados e avançar na perspectiva de novas conquistas. O desafio é muito grande e o êxito dessa campanha será possível com a participação ativa de todos aqueles que lutam contra as mazelas e a discriminação social”.
Para participar das atividades de campanha entre em contato com o PCB:
3201-6478 - 9251-5156 - PCBMINAS@IG.COM.BR.
3201-6478 - 9251-5156 - PCBMINAS@IG.COM.BR.
Saudações PECEBISTAS!
Venezuela e a visita de Uribe
DOIS PARTIDOS E UMA REVOLUÇÃO:
(Ivan Pinheiro - Secretário Geral do PCB)
Nada mais representativo das contradições e disputas num processo revolucionário do que a posição diferenciada de dois partidos aliados sobre um mesmo fato político. Reparem abaixo, em notícias extraídas da mesma fonte, a coerência de duas organizações partidárias venezuelanas.
O PSUV, coerente na sua função de base principal de sustentação política de Hugo Chávez; o PCV, coerente com sua prática de unidade e luta, marcando sua independência e sua gênese internacionalista e proletária.
E ainda queriam alguns que o processo revolucionário na Venezuela tivesse um partido único, ao invés de uma frente única!
PSUV saúda visita de Uribe:
Caracas – O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) saúda o encontro dos presidentes Hugo Chávez e Álvaro Uribe, que acontece nesta sexta-feira.
Rodrigo Cabezas, da direção nacional do partido, disse que a ocasião será muito propícia para identificar pontos de consenso na integração dos dois países. As relações bilaterais entre Colômbia e Venezuela estão afetadas desde o último 1° de março, quando militares colombianos atacaram território equatoriano, matando mais de 20 pessoas, entre elas Raúl Reyes, um dos principais dirigentes das FARC. Venezuela considerou este fato como uma violação aos princípios da soberania de um país irmão e mobilizou tropas na fronteira com a Colômbia, com receio de que se repetisse um ataque similar ao território nacional.
PCV repudia visita de Uribe:
Caracas – O Partido Comunista da Venezuela (PCV) participará de manifestação em repúdio à visita do presidente colombiano Álvaro Uribe, neste 11 de julho. O Secretário Geral, Oscar Figuera, disse que o partido entende que o Estado venezuelano deve ter relações com todos os países, mas expressa seu apoio aos que lutam contra a oligarquia colombiana. Por isso, o PCV vai participar da manifestação popular por ocasião da visita do representante da oligarquia colombiana e o do imperialismo norteamericano, para dizer a Uribe que o povo venezuelano não compartilha de sua política bélico-terrorista e narcotraficante. Do mesmo modo, expressou seu apoio ao protesto indígena no Departamento de Cuenca, pelos assassinatos cometidos pelo governo de Uribe, e o apoio aos trabalhadores colombianos, que tiveram 28 de seus dirigentes assassinados neste ano.
(Ivan Pinheiro - Secretário Geral do PCB)
Nada mais representativo das contradições e disputas num processo revolucionário do que a posição diferenciada de dois partidos aliados sobre um mesmo fato político. Reparem abaixo, em notícias extraídas da mesma fonte, a coerência de duas organizações partidárias venezuelanas.
O PSUV, coerente na sua função de base principal de sustentação política de Hugo Chávez; o PCV, coerente com sua prática de unidade e luta, marcando sua independência e sua gênese internacionalista e proletária.
E ainda queriam alguns que o processo revolucionário na Venezuela tivesse um partido único, ao invés de uma frente única!
PSUV saúda visita de Uribe:
Caracas – O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) saúda o encontro dos presidentes Hugo Chávez e Álvaro Uribe, que acontece nesta sexta-feira.
Rodrigo Cabezas, da direção nacional do partido, disse que a ocasião será muito propícia para identificar pontos de consenso na integração dos dois países. As relações bilaterais entre Colômbia e Venezuela estão afetadas desde o último 1° de março, quando militares colombianos atacaram território equatoriano, matando mais de 20 pessoas, entre elas Raúl Reyes, um dos principais dirigentes das FARC. Venezuela considerou este fato como uma violação aos princípios da soberania de um país irmão e mobilizou tropas na fronteira com a Colômbia, com receio de que se repetisse um ataque similar ao território nacional.
PCV repudia visita de Uribe:
Caracas – O Partido Comunista da Venezuela (PCV) participará de manifestação em repúdio à visita do presidente colombiano Álvaro Uribe, neste 11 de julho. O Secretário Geral, Oscar Figuera, disse que o partido entende que o Estado venezuelano deve ter relações com todos os países, mas expressa seu apoio aos que lutam contra a oligarquia colombiana. Por isso, o PCV vai participar da manifestação popular por ocasião da visita do representante da oligarquia colombiana e o do imperialismo norteamericano, para dizer a Uribe que o povo venezuelano não compartilha de sua política bélico-terrorista e narcotraficante. Do mesmo modo, expressou seu apoio ao protesto indígena no Departamento de Cuenca, pelos assassinatos cometidos pelo governo de Uribe, e o apoio aos trabalhadores colombianos, que tiveram 28 de seus dirigentes assassinados neste ano.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
BH pode mais - PDT/PCB
Sérgio Miranda defende mais democracia na relação com servidores23 de julhoSérgio Miranda candidato pela coligação PDT/PCB, BH pode mais, esteve reunido essa manhã com os servidores públicos de Belo Horizonte. O encontro que aconteceu na sede do Sindbel, na Avenida Afonso Pensa contou com a presença de mais de 100 servidores. No encontro Sérgio criticou a postura autoritária da prefeitura municipal em relação aos trabalhadores públicos e definiu novamente sua posição de oposição a atual administração. Miranda salientou a falta de empenho da prefeitura pelas questões sociais principalmente saúde e educação, e defende uma postura política firme para que as questões sociais voltem a ser prioridade na gestão da cidade.
terça-feira, 8 de julho de 2008
LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS POLÍTICOS COLOMBIANOS!
SOLIDARIEDADE ÀS FARC
(Nota Política do PCB)
Em toda a sua história, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP) nunca precisaram tanto da solidariedade dos internacionalistas do mundo todo.
A ofensiva midiática e ideológica do imperialismo vem surtindo efeito.
A esquerda reformista procura diferenciar-se cada vez mais da organização insurgente colombiana, para não perder votos nem espaço na mídia e no aparato institucional.
Por outro lado, razões de Estado levam importantes lideranças revolucionárias da América Latina a concessões que contribuem para isolar as FARC, ajudando objetivamente a campanha de satanização que lhes move impiedosamente o império. Praticam uma diplomacia de curto prazo, na ilusão de que o fim da guerrilha diminui a insaciável agressividade do imperialismo, que lhes cobrará mais e mais concessões.
Alguns chegam ao ponto de não criticar o terrorismo de Estado, que deu causa e sobrevivência ao movimento guerrilheiro na Colômbia. Não ajudam a desmentir os estigmas, embora saibam perfeitamente que as FARC são uma organização política revolucionária, nem narcotraficante e nem terrorista. Outros teorizam sobre formas e métodos de luta, desumanizando as FARC, ao comparar processos revolucionários diferenciados. Não lhes ocorre, em seu discurso humanitário de mão única, preocupar-se com o inevitável assassinato em massa de milhares de combatentes revolucionários, a mando dos verdadeiros terroristas Bush e Uribe, no caso de desmilitarização unilateral da guerrilha, como já aconteceu recentemente. Esquecem-se até de reivindicar negociações de paz!
Mas o mais triste mesmo é não se lembrarem sequer de cobrar a necessária contrapartida às verdadeiras ações humanitárias que as FARC vêm praticando:
LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS POLÍTICOS COLOMBIANOS!
PCB (Partido Comunista Brasileiro)
Julho de 2008
(Nota Política do PCB)
Em toda a sua história, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (FARC-EP) nunca precisaram tanto da solidariedade dos internacionalistas do mundo todo.
A ofensiva midiática e ideológica do imperialismo vem surtindo efeito.
A esquerda reformista procura diferenciar-se cada vez mais da organização insurgente colombiana, para não perder votos nem espaço na mídia e no aparato institucional.
Por outro lado, razões de Estado levam importantes lideranças revolucionárias da América Latina a concessões que contribuem para isolar as FARC, ajudando objetivamente a campanha de satanização que lhes move impiedosamente o império. Praticam uma diplomacia de curto prazo, na ilusão de que o fim da guerrilha diminui a insaciável agressividade do imperialismo, que lhes cobrará mais e mais concessões.
Alguns chegam ao ponto de não criticar o terrorismo de Estado, que deu causa e sobrevivência ao movimento guerrilheiro na Colômbia. Não ajudam a desmentir os estigmas, embora saibam perfeitamente que as FARC são uma organização política revolucionária, nem narcotraficante e nem terrorista. Outros teorizam sobre formas e métodos de luta, desumanizando as FARC, ao comparar processos revolucionários diferenciados. Não lhes ocorre, em seu discurso humanitário de mão única, preocupar-se com o inevitável assassinato em massa de milhares de combatentes revolucionários, a mando dos verdadeiros terroristas Bush e Uribe, no caso de desmilitarização unilateral da guerrilha, como já aconteceu recentemente. Esquecem-se até de reivindicar negociações de paz!
Mas o mais triste mesmo é não se lembrarem sequer de cobrar a necessária contrapartida às verdadeiras ações humanitárias que as FARC vêm praticando:
LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS POLÍTICOS COLOMBIANOS!
PCB (Partido Comunista Brasileiro)
Julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
TODA SOLIDARIEDADE AO MST E AOS MOVIMENTOS SOCIAIS
(Nota do Comitê Central do PCB)
As instituições não se confundem com as pessoas que as integram. O Ministério Público, por destinação constitucional, deve ser defensor do "regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis" (art. 127 da CF/88). Ora, é da essência de uma verdadeira democracia a existência de movimentos sociais, como o MST, indispensável à almejada reforma agrária que modernizará o País.
A postura de um membro do Ministério Público do Rio Grande do Sul, clamando por uma "dissolução" e "quebra da espinha dorsal do MST", lembra as terríveis, antidemocráticas e anti-humanas palavras do representante do Ministério Público da Itália de Mussolini, no julgamento do pensador Antonio Gramsci: "por vinte anos devemos impedir que este cérebro funcione". Não querer que um movimento social "funcione" é engessar a democracia e criar um ambiente político similar ao estado mórbido do fascismo.
Movimento social não pode ser tratado como caso de polícia, sob pena de retrocedermos às páginas obscuras da Ditadura Militar, que envergonham a nossa História. Está em curso no Brasil um processo de criminalização do movimento operário e popular. Para tentar frear a luta dos trabalhadores, proliferam-se os ataques à organização sindical e ao direito de greve, através de "interditos proibitórios", multas e demissões de sindicalistas.
O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta sua irrestrita e militante solidariedade ao MST e aos movimentos sociais em geral, chamando a atenção do povo brasileiro para a necessidade de repudiarmos todas as iniciativas de criminalização das lutas populares. As oligarquias, com a complacência do governo, querem calar consciências, disseminando o medo, numa tentativa de aprisionar o povo brasileiro em um modelo de sociedade reacionário, anti-democrático, elitista e excludente.
Liberdade e autonomia para os movimentos sociais!
PCB, julho de 2008
As instituições não se confundem com as pessoas que as integram. O Ministério Público, por destinação constitucional, deve ser defensor do "regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis" (art. 127 da CF/88). Ora, é da essência de uma verdadeira democracia a existência de movimentos sociais, como o MST, indispensável à almejada reforma agrária que modernizará o País.
A postura de um membro do Ministério Público do Rio Grande do Sul, clamando por uma "dissolução" e "quebra da espinha dorsal do MST", lembra as terríveis, antidemocráticas e anti-humanas palavras do representante do Ministério Público da Itália de Mussolini, no julgamento do pensador Antonio Gramsci: "por vinte anos devemos impedir que este cérebro funcione". Não querer que um movimento social "funcione" é engessar a democracia e criar um ambiente político similar ao estado mórbido do fascismo.
Movimento social não pode ser tratado como caso de polícia, sob pena de retrocedermos às páginas obscuras da Ditadura Militar, que envergonham a nossa História. Está em curso no Brasil um processo de criminalização do movimento operário e popular. Para tentar frear a luta dos trabalhadores, proliferam-se os ataques à organização sindical e ao direito de greve, através de "interditos proibitórios", multas e demissões de sindicalistas.
O Partido Comunista Brasileiro (PCB) manifesta sua irrestrita e militante solidariedade ao MST e aos movimentos sociais em geral, chamando a atenção do povo brasileiro para a necessidade de repudiarmos todas as iniciativas de criminalização das lutas populares. As oligarquias, com a complacência do governo, querem calar consciências, disseminando o medo, numa tentativa de aprisionar o povo brasileiro em um modelo de sociedade reacionário, anti-democrático, elitista e excludente.
Liberdade e autonomia para os movimentos sociais!
PCB, julho de 2008
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