domingo, 29 de setembro de 2013

Ser rebelde é ser revolucionário


A Juventude está inquieta. Muitos estão nas ruas. O debate político voltou a ser algo mais comum no cotidiano da atual geração de jovens brasileiros. Este é o principal legado dos protestos que ocorrem pelas cidades brasileiras. A juventude, até então educada no apogeu da contra revolução, através do projeto político e cultural do neoliberalismo – de culto ao individualismo, ao consumismo e à crença de que o capitalismo e o “deus” mercado eram a única alternativa para as sociedades, não vislumbrava perspectivas ou alternativas de transformação social.
Contudo, o que acompanhamos hoje no mundo e no Brasil é a persistência de históricos problemas sociais, econômicos e culturais que assolam toda a população, em especial o povo trabalhador e a juventude popular. Antes mesmo do início dos protestos de rua, a União da Juventude Comunista coerentemente já havia apontado esta contradição:
Hoje, no Brasil (a 6ª maior economia capitalista do mundo), o capitalismo se materializa pelos contrastes, pelos problemas estruturais que se aprofundam. A concentração fundiária no campo, o alto custo de vida nas cidades em função da especulação imobiliária, a segurança pública que criminaliza a pobreza e os movimentos populares, a falta de priorização de investimentos na educação e saúde pública são marcas, dentre outras, do completo estágio de desenvolvimento do capitalismo em nosso pais. Esta forma de produção e organização da vida, pautada pela acumulação de capital, não soluciona problemas básicos e humanitários da maioria da população.”(Lugar de jovem revolucionário no Brasil é construindo a UJC. Março de 2013.)
Mencionávamos que, apesar destas contradições, os problemas sociais, econômicos e culturais do povo trabalhador eram apaziguados por uma aparente sensação de bem estar, garantida pelo crescimento do consumo e, no plano político, pelo pacto formado entre os representantes da burguesia monopolista e antigas organizações e movimentos populares, cujo principal representante é o PT.
Mas como sepode viver sem se rebelar com a política de segurança pública voltada para exterminar jovens, negros e moradores das periferias? Como sepode viver sem se rebelar com a falta de prioridade dos governos em saúde, educação e moradia para a população em contraste os investimentos exorbitantes nos estádios para a Copa do Mundo? Como se pode viver sem se rebelar com o sistema político pouco participativo e com os partidos políticos desta ordem? Como se pode viver sem se rebelar com o encarecimento do custo de vida nas cidades e o discurso oficial do governo sobre o surgimento de uma “nova classe média”? Como se pode viver sem se rebelar com o socorro dos governos ao empresariado através das privatizações, pagamento de dívidas públicas, parcerias público- privadas? E as remoções de famílias de trabalhadores de suas casas e aumento da exploração do nosso povo?! Como se pode viver sem se rebelar com a política agrária de um governo “democrático popular”, dito sensível aos movimentos sociais, mas que prioriza a expansão do agronegócio e do latifúndio?
A juventude e os trabalhadores têm muitas razões para se rebelarem. E estas manifestações são o início de um novo ciclo das lutas sociais no Brasil. Um momento em que múltiplos projetos de grupos e diferentes classes sociais disputam os rumos do país.
A rebeldia da juventude e do povo trabalhador está em disputa. A descrença com as organizações políticas, o poder dos monopólios midiáticos, o alto grau de institucionalização e cooptação dos movimentos populares são legados negativos da última época do apaziguamento e conciliação da luta de classes. No entanto, está cada vez mais nítido que os problemas estruturais do cotidiano da maioria da população brasileira se chocam com os interesses da expansão do capitalismo.
Por isso, a UJC não reforça qualquer ilusão conciliatória e institucionalizada para responder aos gritos populares das ruas. A saída não está em um pacto, mas sim, na construção do poder popular: o poder político exercido em seu cotidiano pela juventude popular e os trabalhadores. Neste sentido, reforçamos o compromisso da nossa organização com esta estratégia: é hora de darmos vida e massificarmos a estratégia socialista para a revolução brasileira!
Aos jovens trabalhadores, lembramos que a maior taxa de desemprego é na juventude, além de ser aqui onde estão as relações de trabalho mais precarizadas. Boa parte da juventude, hoje, cresce sem a perspectiva de adquirir direitos básicos, como carteira assinada, além de se encontrar, cada vez mais, submetida a degradantes condições de trabalho. A luta por melhores trabalhos e mais direitos deve casar-se com formas organizativas, como campanha de sindicalização na juventude e criação de assembleias de trabalhadores em seus locais de trabalho. Neste sentido, estaremos, no mês de dezembro em São Paulo, organizando o Encontro Nacional de Jovens Trabalhadores da UJC.
A luta no campo da cultura sempre foi um terreno ocupado pelos comunistas. Além de ser hoje uma importante ferramenta de diálogo com a juventude popular, a luta por acesso cultural se choca frontalmente com os interesses do capital. Basta uma rápida olhada no mapa das cidades para vermos onde estão concentrados cinemas, teatros, museus, casas de show (grande parte delas a um custo proibitivo). Não só o acesso, mas também a produção cultural deve ser socializada, estimulando que a juventude da periferia possa desenvolver livremente suas expressões culturais. E é com esta bandeira que a UJC estará organizando os Festivais Regionais de Cultura no mês de Outubro.
A luta dos estudantes, definitivamente, precisa ecoar as demandas das classes populares no campo da educação e da produção de conhecimento. Infelizmente, o movimento estudantil brasileiro, além contar com entidades altamente verticalizadas e institucionalizadas como a UNE, UEES e UBES, está em um momento bastante reativo no que tange à disputa e formulação de projetos que se contraponham a lógica empresarial que impera na educação brasileira, promovida por todas as esferas de governos. A reconstrução do Movimento Estudantil pela base, fortalecendo as entidades e as iniciativas próprias dos estudantes, mais do que uma bandeira, deve se traduzir em um esforço prático dos comunistas em seu cotidiano. Com independência aos governos, autonomia às organizações políticas e amplitude social, a luta por uma educação e universidade popular necessita ser massificada. Apenas um projeto de educação vinculado aos interesses dos trabalhadores poderá fazer frente ao avanço da mercantilização da educação brasileira.
Neste sentido, junto a estudantes independentes, técnicos, professores, movimentos populares, organizações políticas, entidades da classe trabalhadora, propomos a organização do II Seminário de Universidade (e educação) Popular, para o próximo ano. A luta por uma Universidade Popular necessita ser uma expressão da luta cotidiana de dentro e fora dos espaços acadêmicos para ser um projeto de poder popular e anticapitalista para a educação. Por isso, o seminário precisa ser mais encaminhativo, ganhar dinâmica de movimento nacional, plural e democrático e que esteja mais antenado com as lutas diárias do povo trabalhador.
O crescimento da UJC tem demonstrado um caráter cada vez mais plural, o que nos impõe não apenas o debate, mas também a ação política organizada em relação às questões de opressão, na luta contra o racismo, a homofobia e o machismo. Devemos nos inserir nos movimentos e lutas sobre estas temáticas, não esquecendo do papel dos comunistas de dar o recorte de classe nesse debate, fortalecendo o coletivo de mulheres Ana Montenegro e Minervino de Oliveira, para o movimento negro.
A luta de classes não é um fenômeno nacional. Por isso, a luta internacionalista é de suma importância. Assim, organizaremos em nossos locais de atuação atividades, seminários e espaços preparatórios para o XVIII Festival da Juventude e dos Estudantes, que ocorrerá em dezembro no Equador.É fundamental divulgarmos e ampliarmos a principal bandeira do Festival: “Juventude contra o imperialismo, por um mundo de paz, solidariedade e transformações sociais”. Hoje, o imperialismo ataca a vida de milhões de pessoas no oriente médio, tendo como cenário agora a ameaça de ataque norte-americano à Síria e, no Brasil, o respaldo da burguesia brasileira e do governo para o controle as nossas reservas de petróleo por empresas. Este imperialismo é a expressão política e social, beligerante ou não, de como a Burguesia é capaz de explorar e exterminar milhares de vidas em nome dos seus lucros.
Por isso, é dessa maneira, cada vez mais inserida nas lutas da juventude trabalhadora, dos movimentos populares, internacionalistas, dos estudantes, na perspectiva de construção do poder popular, que a Juventude Comunista se potencializa enquanto uma alternativa revolucionária para a juventude brasileira. Precisamos converter a inquietude e rebeldia da juventude em uma forma política revolucionária para mudarmos radicalmente a sociedade. Só assim libertaremos o nosso povo dos entraves desumanos do capitalismo. Esta é a nossa tarefa histórica, ousaremos lutar e ousaremos vencer!

Coordenação Nacional da União da Juventude Comunista – UJC

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Iniciados os debates do XV Congresso Nacional do PCB!

Pela primeira vez na história dos congressos do PCB, o XV Congresso, cuja etapa final será nos dias 18 a 21 de abril de 2014, em São Paulo (SP), introduz duas alterações com vistas a aprofundar o debate do seu temário nas bases e comitês intermediários do Partido.
Segundo as Normas já divulgadas à militância, o XV Congresso terá duas etapas: um Congresso Regional Específico, culminando em novembro deste ano, e a etapa nacional do Congresso, de janeiro a abril de 2014.
Outra novidade é que, para a primeira etapa, o Comitê Central está apresentando Pré-Teses que, como o nome diz, ainda não são as Teses para a etapa nacional. Depois de realizados os Congressos Regionais Específicos, o Comitê Central, conhecendo o resultado dos debates prévios nas bases e comitês intermediários, elaborará e divulgará o Caderno de Debates, no início de 2014, para um novo e amplo debate em todas as instâncias do Partido.
Durante esta semana, o portal do PCB estará divulgando publicamente as primeiras Pré-Teses. Apesar de a Tribuna de Debates, pelo menos nesta etapa, ser exclusiva para os militantes do PCB, os leitores do nosso portal poderão opinar sobre as Pré-Teses, escrevendo para o endereço eletrônico lá indicado, sendo suas opiniões encaminhadas à direção nacional do Partido.
Comitê Central do PCB
setembro de 2013

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

CASA DA AMÉRICA LATINA - BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS


Leilão do campo de Libra é um crime contra os trabalhadores brasileiros


(Nota Política do PCB)
O leilão das reservas de petróleo da camada pré-sal do campo de Libra, na Bacia de Santos, antecipado para outubro deste ano pelo governo, vai entregar a maior descoberta de petróleo já feita no país aos interesses das empresas multinacionais. As reservas são estimadas, oficialmente, entre 8 e 12 bilhões de barris. Pelo contrato de partilha, as empresas estrangeiras poderão ficar com até 70% desse volume, e essa fatia será controlada pela Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), empresa estatal prevista pelo novo marco regulatório do setor, que tem a atribuição de vender a parcela do petróleo que cabe ao governo nos contratos de partilha e que deverá ser criada antes do leilão. A lei permite que a Agência Nacional do Petróleo – ANP faça um contrato diretamente com a estatal do pré-sal, sem licitação.
A antecipação do leilão, além da propaganda com o anúncio do montante de investimentos previstos, de cerca de 60 bilhões, é explicada também pela necessidade do governo  fazer caixa para “fechar as contas” com os R$ 15 bilhões de bônus de assinatura que deverá receber.  Mesmo que as ofertas apresentadas no leilão venham a ser muito superiores ao mínimo exigido, e mesmo descontando os custos da futura exploração, o montante de lucros a serem auferidos pelas empresas exploradoras será, certamente, infinitamente superior, visto que os preços do petróleo no mercado internacional mais do que compensam todos os gastos das empresas, dados os elevados níveis de preços atuais (cerca de USD 100 por barril) e as claras tendências de alta para as próximas décadas.
As reservas de petróleo da camada pré-sal  representam uma grande oportunidade para a superação da pobreza e da exclusão dos direitos sociais básicos que marcam a maior parte dos trabalhadores brasileiros. Com as elevadas margens de lucro verificadas no setor, as empresas, pelo seu caráter privado, seguindo a lógica do sistema capitalista, tenderão a buscar a maior produção no prazo mais curto, antecipando, assim o fim das reservas brasileiras, que durarão, de acordo com as estimativas da ANP, cerca de 40 anos, se mantido o padrão de consumo atual. A tendência é que, dadas as elevadíssinas margens de lucro, as empresas explorem o maior volume possível no curto prazo. As empresas privadas não têm qualquer compromisso com o uso racional das reservas, a pesquisa de novas fontes de energia renováveis, e muito menos com os investimentos em educação, saúde, habitação e outras áreas essenciais para a superação da pobreza.
O governo brasileiro segue praticando uma política de entregar as riquezas nacionais ao grande capital privado, sem qualquer contrapartida significativa para a maioria da população brasileira, a classe trabalhadora, na lógica de promover mais privatizações e oferecer mais facilidades para a reprodução do capital. Esse leilão não pode acontecer. É um crime.
O Partido Comunista Brasileiro – PCB – saúda os trabalhadores petroleiros e de outras categorias em luta contra esse crime e conclama a todos os  sindicatos, partidos políticos e movimentos sociais a se somarem na mobilização para defesa de nossas riquezas.
Exigimos que a Petrobrás seja 100% estatal e que nenhum campo seja mais entregue à exploração por empresas privadas.
Não ao leilão do campo de Libra!
Pela Petrobrás 100% estatal, sob controle popular!
PCB – Comissão Política Nacional
agosto de 2013

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

MANIFESTO DE APOIO E SOLIDARIEDADE AO CDC-UFOP

MANIFESTO DE APOIO E SOLIDARIEDADE AO CDC-UFOP

Manifestamos nosso apoio e nossa irrestrita solidariedade ao Centro de Difusão do Comunismo da Universidade Federal de Ouro Preto - CDC-UFOP. E, repudiamos a decisão da Justiça Federal do Maranhão sobre a Ação Judicial contra o Programa de Extensão da UFOP: Centro de Difusão do Comunismo (CDC-UFOP), determinando a suspensão de todas as atividades. O CDC-UFOP é um programa vinculado à Pró-reitoria de Extensão da UFOP, com quatro ações de extensão articuladas para estudar, debater e realizar a crítica à ordem do capital. Tem como objetivo lutar por uma sociedade para além do capital.
O CDC-UFOP articula suas ações em dois projetos e dois cursos de extensão e conta com a participação de 20 bolsistas e vários estudantes. 1 – Liga dos Comunistas - Núcleo de Estudos Marxistas (CNPQ) (projeto). 2 – Mineração e exploração dos trabalhadores na região da UFOP. Em parceria com o Sindicato METABASE Inconfidentes (curso). 3 – Equipe Rosa Luxemburgo. Grupo de debate e militância anticapitalista. Responsável pela coordenação do CDC (projeto). 4 – Relações sociais na ordem do capital. As categorias centrais da teoria social de Marx (curso). As atividades são gratuitas, abertas à comunidade e realizadas duas vezes ao ano no ICSA (Mariana), com editais no início de cada período. o CDC-UFOP mantém uma grupo de estudantes ligados ao Diretório de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Em 2012 o centro recebeu o Prêmio de Melhor Programa de Extensão da UFOP.
No dia 13 de agosto, o Juiz José Carlos do Vale Madeira da Justiça Federal do Maranhão acatou o pedido de suspensão das atividades do CDC-UFOP, feito no dia 05 de julho de 2013, pelo advogado Pedro Leonel Pinto de Carvalho que também solicitou o pagamento de multas pela Universidade, que foi indeferido pelo juiz.
Esta ação é claramente uma manifestação política anti-comunista e fere os princípios da Autonomia Universitária. O Art. 207 da Constituição estabelece que: "As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão".
Minas Gerais - Brasil, 27 de agosto de 2013.
Os signatários:
 Partido Comunista Brasileiro – PCB.
Partido Socialismo e Liberdade - PSOL
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados - PSTU
Polo comunista Luiz Carlos Prestes (PCLCP)
Brigadas Populares
Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)
Comitê de Apoio ao Jornal A Nova Democracia em BH
Coletivo de Mulheres Ana Montenegro.
CSP-CONLUTAS
Fundação Dinarco Reis.
Instituto Caio Prado Junior.
Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania.
Juventude Comunista Avançando (JCA)
Liga Operária.
Movimento Marxista 05 de Maio – MM5.
Sindicato METABASE Inconfidentes.
SINDUTE-Subsede Sabará.
SINDUTE-Subsede Contagem
União da Juventude Comunista.
União da Juventude Socialista.
União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais.
Unidade Classista.



Aldrin Castellucci (UNEB)
Alexandre Arbia  (UFOP)
Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia (UFOP)
Ana Maria Ferreira(UFOP)
Anderson Deo (UNESP)
André Laino (UERJ)
Dênis de Moraes (UFF)
Angélica Lovatto (UNESP)
Anita Prestes (UFRJ)
Antônio Bosi (UNIOESTE)
Antonio Carlos Mazzeo (UNESP)
Antonio Julio de Menezes Neto (UFMG)
Antonio M Claret  ( UFMG)
Arenágoras O. Duarte (UFPE)
Armando Boito (UNICAMP)
Bruno Bechara (UFMG)
Caio Navarro Toledo (UNICAMP)
Camila Ramos da Cunha (UFOP)
Celia Regina Congilio (UFPA)
Cristiano Costa de Carvalho (UNA)
Daniel do Val Cosentino (UFOP)
Danilo Enrico Martuscelli (UFFS)
David Maciel (UFG)
Débora Goulart (UNESP)
Dirlene Marques (UFMG)
Edmilson Costa (ICP)
Eduardo Eugênio Pessoa Ramos (UFOP)
Eduardo Serra (UFRJ)
Fábio Bezerra (IFSEMG)
Fernando Ponte de Souza (UFSC)
Flávio de Castro (Sociólogo)
Florence Carboni (UFRGS)
Gilberto Calil (UNIOESTE)
Gregóri Carboni Maestri (Politécnico di Milano)
Gustavo Giovanny (UFOP)
Ivan Pinheiro (Advogado)
Ivana Jinkings (Jornalista)
Ivo Tonet (UNIFAL-MG)
Joana Coutinho (UFMA)
José Claudinei Lombardi (UNICAMP/HISTEDBR)
José Paulo Netto (UFRJ)
Leandro Galastri (UNIFAL-MG)
Luciano C. Martorano (UNIFAL-MG)
Lúcio Flávio R. de Almeida (PUC/SP)
Luiz Bernardo Pericás (USP)
Luiz Eduardo Motta (UFRJ)
Marcelo Braz (UFRJ)
Marcos Del Roio (UNESP)
Maria Orlanda Pinassi (UNESP)
Mário Maestri (UPF)
Marly Vianna (UFSCar)
Marta Maia (UFOP)
marxismo21
Maurício Vieira Martins (UFF)
Mauro Iasi (UFRJ)
Milton Pinheiro (UNEB)
Muniz Ferreira (UFRRJ)
Pablo Lima (UFMG)
Patricia Trópia (UFU)
José Fernando Siqueira
Paulo Barsotti (FGV/SP)
Paulo Ribeiro da Cunha (UNESP)
Renata Gonçalves (UNIFESP)
Ricardo Antunes (UNICAMP)
Ricardo Lara (UFSC)
Ricardo Costa (FFSD)
Ricardo Figueiredo de Castro (UFRJ)
Ricardo Silvestre da Silva (UFOP)
Rodrigo Castelo (UNIRIO)
Ronaldo Coutinho (UFF)
Rubesn Ragone (IF-MG)
Sérgio Prieb (UFSM)
Sofia Manzano (USJT)
Túlio Lopes (UEMG/FHA)
Vanderlei Martini  (MST/MG)
Vinícius Lima (PUC-MG)
Virgínia Fontes (UFF/FIOCRUZ)
Viviane Souza Pereira (UFOP)

Programas Futebol e Política do Canal do Jornal O Poder Popular.

Programas Futebol e Política do Canal do Jornal O Poder Popular.  Camaradas; Segue os links dos Programas Futebol e Política do Can...