sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Candidatos de partidos pequenos usam criatividade na campanha

Sem recursos, candidatos de partidos menores têm se desdobrado para fazer campanha. No PCB e no PSOL a criatividade é a principal estratégia. Nessa quinta-feira (28), por exemplo, enquanto o candidato ao Senado Pablo Lima (PCB) tocava corneta nas ruas Curitiba e Carijós, Túlio Lopes (PCB), candidato ao governo, distribuía panfletos e explicava as propostas de governo.
 
“É uma forma de driblar os poucos recursos. Recebemos apenas contribuições de militantes”, explicou o candidato, que ainda cobrou sua participação nos próximos debates de TV e considerou como positivo o balanço de sua campanha. “Sou o candidato mais jovem e pontuei em todas as pesquisas, sempre disputando o terceiro lugar com Tarcísio Delgado (PSB), que possui um projeto político ultrapassado”, disse.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

O TEMPO Entrevista - Candidato à presidência pelo PCB, Mauro Iasi

21 Pontos iniciais de uma alternativa socialista para o Brasil


  1. Construção do Poder Popular, através de organizações e assembleias em todos os locais de trabalho, localidades e regiões, no rumo de uma Constituinte Popular, livre e soberana.
  2. Socialização dos principais meios de produção essenciais à garantia da vida.
  3. Reforma Agrária Radical com condições de vida e trabalho para pequenos camponeses, trabalhadores rurais dos assentamentos da Reforma Agrária e iniciativas de produção agrícola socializada em grande escala, com uma nova política agrícola sustentável ecologicamente.
  4. Imediata reversão das privatizações e estatização de setores estratégicos como energia, comunicação, mineração, recursos naturais, transporte e logística de distribuição e produção.
  5. Política de desenvolvimento econômico, humano e ecologicamente sustentável.
  6. Estatização de todo o sistema financeiro.
  7. Saúde Pública e SUS 100% público, estatal e gratuito e por um país sem manicômios.
  8. Educação pública, gratuita e de qualidade em todos os níveis.
  9. Estatização, sob controle popular, dos transportes coletivos, para que sejam de fato públicos e gratuitos.
  10. Política cultural que garanta o acesso universal aos bens culturais, com o fim do balcão de projetos; recursos e estrutura para a produção, disseminação e usufruto dos bens culturais.
  11. Previdência e assistência social integralmente públicas e gratuitas.
  12. Não pagamento da dívida pública.
  13. Nenhum recurso público para a iniciativa privada.
  14. Garantia e ampliação de todos os direitos dos trabalhadores; recomposição imediata dos salários e sua correção com ganhos reais acima da pela inflação; redução da jornada de trabalho, sem redução salarial.
  15. Auditoria imediata das remessas de lucro das corporações transnacionais.
  16. Fim da Polícia Militar e da criminalização da pobreza e dos movimentos populares. Por uma profunda reforma da legislação penal, buscando alternativas ao encarceramento. Contra a diminuição da maioridade penal. Pela descriminalização dos usuários de drogas hoje consideradas ilícitas.
  17. Apuração e punição de todos os crimes contra os direitos humanos na ditadura e na democracia burguesa.
  18. Garantia dos direitos e políticas específicas para as mulheres. Garantia do direito ao aborto.
  19. Garantia dos direitos e políticas específicas para as populações indígenas.
  20. Contra o racismo, o machismo, a homofobia, a xenofobia e todas as formas de preconceito.
  21. Política de valorização da juventude, com programas educativos, culturais, esportivos e de integração ao trabalho.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Sem Terra se solidarizam às ocupações urbanas de Belo Horizonte

O MST em Minas Gerais vem através desta solidarizar com as ocupações urbanas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, ameaçadas de despejo na região do Isidoro, que somam mais de 5 mil famílias. Reafirmamos o compromisso dos movimentos de luta por moradia, trabalho e renda.
Estamos também nos prontificando e somaremos às famílias em resistência a qualquer tentativa de despejo. Enquanto ainda houver possibilidade de diálogo não há lugar para a violência.
Denunciamos o descaso, a morosidade dos poderes executivo em suas três esferas, municipal, estadual e federal ao se tratar do cumprimento de um direito básico constitucional que é a moradia.
Responsabilizaremos os três poderes nas pessoas do prefeito Márcio Lacerda (PSB), o governador Alberto Pinto Coelho (PSDB) e a Presidenta Dilma Rousseff (PT) a qualquer vítima advinda deste conflito.
Assim como as famílias acampadas nas terras ociosas em periferias das grandes cidades, há também famílias acampadas em terras improdutivas no interior, e sabemos o quão difícil é retirar o sustento das próprias mãos.
Estes casos extremos de violência só acontecem devido à concentração de riqueza na mão de poucos, enquanto os instrumentos legais de reverter esta situação, (Estatuto das Cidades, Leis de Reforma Agrária) são sistematicamente desrespeitados pelos governos.
Se as medidas de desconcentração da terra, tanto urbana como rural, não forem tomadas, provavelmente não será a ultima vez que veremos tais episódios.
O MST é uma grande vítima destas violências, e por isso não nos furtaremos a nos mobilizar e fazer a aliança campo e cidade, na prática.
Lutar ! Construir Reforma Agrária Popular!
Direção Estadual do MST - MG

quinta-feira, 14 de agosto de 2014


PELO DIREITO A MORADIA E A UMA VIDA DIGNA PARA TODOS

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) vem a público manifestar seu apoio e solidariedade à luta e a resistência dos moradores das ocupações: Rosa Leão, Esperança e Isidoro, que estão ameaçadas de despejo pelo “Poder Público” representado na PBH e no Governo do Estado.

As ocupações tem sido a única forma que os trabalhadores (as) sem-teto residentes em BH e região encontraram para colocar na pauta dos Governos a questão da moradia e o déficit absurdo que essa questão ainda representa no país. Além disso, outro absurdo, que entrava a necessária reforma urbana é o predomínio dos latifúndios urbanos, orquestrado pelo conluio entre governos locais e a especulação imobiliária, apoiada por instrumentos jurídicos que privilegiam a posse da terra para a especulação e não para a função social.

Denunciamos a postura insana e autoritária da Prefeitura de Belo Horizonte que não dialoga com as comunidades. Ao contrário, a Prefeitura de BH utiliza a repressão policial para tratar questões sociais. 

O PCB denuncia a possibilidade de um banho de sangue contra uma população desarmada, em sua maioria mulheres e crianças, que possui apenas a coragem como arma para defender a dignidade em sonhar por justiça e por moradia. 

O PCB defende a regulamentação imediata dos terrenos e garantia do direito à permanência da população do Isidoro em uma terra que a própria comunidade conquistou!

Conclamamos ao Ministério Público que impeça qualquer ação de despejo dessas famílias e que a Prefeitura de BH acate ao clamor dos envolvidos em estabelecer nova rodada de discussões de modo que se possa estabelecer nessa região, a devida função social da terra, através de programa de construção de moradias populares e posse do terreno aos acampado.

11/08/2014
COMITÊ ESTADUAL DO PCB-MG

Bilateral PCB e MST-MG


terça-feira, 12 de agosto de 2014

Túlio Lopes conversa com eletricitários

O candidato do PCB ao Governo de Minas, Tulio Lopes, reuniu-se nessa segunda-feira (11) com representantes do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais (Sindieletro), para ouvir demandas dos trabalhadores. O sindicato elaborou um documento com uma série de propostas a serem apresentadas aos candidatos, as principais são a não privatização da Cemig e quaisquer de suas subsidiárias, o fim das terceirizações e a redução da alíquota do ICMS da conta de energia do consumidor residencial, de forma gradativa, visando equiparar com a média nacional. 
Tulio Lopes se disse totalmente a favor das propostas do sindicato. “Defendemos a Cemig 100% estatal, sob controle dos trabalhadores e somos contra o processo de terceirização que amplia o número de acidentes de trabalho”, ressaltou. Segundo o coordenador geral do Sindieletro, Jairo Nogueira, a terceirização cresceu de tal forma na empresa que hoje representa a maioria dos trabalhadores. Em 1990 a Cemig tinha 20 mil funcionários, hoje tem apenas 8 mil ligados diretamente a ela, mas mantém mais de 20 mil terceirizados. 
Ainda de acordo com Jairo, o número de acidentes de trabalho com mortes também subiu junto com a terceirização, sendo que são registrados uma média de um a cada 45 dias. “A situação do trabalho terceirizado no setor é trágica. Esses trabalhadores são submetidos a muita pressão por produtividade, excesso de carga horária, além da falta de qualificação. Tudo isso resulta no alto índice de acidentes, que quando não matam deixam graves sequelas”, diz Jairo. 
Diante do exposto, o candidato Tulio Lopes reforçou que seu partido apresenta um programa anti capitalista, que entende a terceirização como precarização do trabalho. Túlio, que tem se reunido com representantes de trabalhadores de diferentes setores, disse que tem percebido uma “indignação” da classe com o atual governo. “Mas está colocada, para estas eleições, a perspectiva de mudança”, concluiu.
A pauta de reivindicações do Sindieletro já foi discutida também com os candidatos Fernando Pimentel (PT), Tarcísio Delgado (PSB) e Fidelis Alcantara (SOL). Apenas o candidato Pimenta da Veiga (PSDB) ainda não respondeu ao convite do sindicato para participar de reunião sobre o assunto. Nesta terça-feira (12), Tulio se encontra com membros do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação.

Túlio Lopes conversa com eletricitários

domingo, 10 de agosto de 2014

O governo de Minas paga o pior salário para os professores das universidades estaduais do Brasil

(Jornal Hoje em dia - 08 de agosto de 2014)

O candidato a governador de Minas pelo PCB, professor Tulio Lopes, concentrou as energias esta semana em panfletagens nas ruas de Belo Horizonte, priorizando portas de escolas.
Segundo Túlio, é preciso melhorar os salários, condições de trabalho e estabelecer um plano de carreira para os professores, tanto da educação básica quanto do ensino superior estadual. “Estamos apresentando a denuncia, a partir de levantamento da Associação dos docentes da Unimontes, que mostra que o governo de Minas paga o pior salário para os professores das universidades estaduais do Brasil”.
Ainda segundo Tulio, mais da metade dos aprovados em concurso público para trabalhar na rede estadual de ensino, em 2012, não foram nomeados. “Esses servidores estão trabalhando no Estado, com contratação temporária, sem nomeação. Isso demonstra o desrespeito com a educação no Estado”.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Mauro Iasi defende calote seletivo da dívida brasileira

Stefânia Akel


O candidato do PCB à Presidência, Mauro Iasi, afirmou nesta quinta-feira, 7, que sua candidatura visa provocar o debate e defendeu a reforma agrária e uma moratória seletiva da dívida, durante o primeiro bloco de sabatina no G1 com perguntas de internautas.

"Temos uma proposta diferente e isso envolve um preço a pagar", afirmou Iasi, ao ser questionado sobre sua defesa de um calote da dívida. "Se perdermos investimento estrangeiro e ganharmos investimentos estatais mais sólidos, isso é o que queremos", completou. O candidato explicou que seria uma moratória seletiva, na qual seu governo renegociaria a dívida para beneficiar outras metas a serem atingidas. "Não se pode comprometer tanto para pagar juros das dívidas quando há tanto a fazer em outras áreas."

Iasi também foi questionado sobre a viabilidade de se implementar o comunismo no Brasil, após experiências passadas terem fracassado em outros países. "O que não tem dado certo é a forma capitalista. Socialismo é muito mais do que as experiências que tivemos no século 20, ele não pode deixar de ser uma alternativa", respondeu.

O candidato também criticou a demora para a realização de uma reforma agrária e defendeu a legitimidade do Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST). Questionado sobre a reforma tributária, Iasi afirmou que ela não pode ser discutida somente a cada quatro anos, mas avaliou que a carga de impostos no Brasil não é tão grande quando comparada à de outros países.

Sobre a Petrobras, o candidato afirmou que ela é uma "incógnita" e que é preciso ter maior controle do Estado, sem que seja mal gerida. "Muitas empresas privadas não são exemplo de gestão", comparou.

Iasi é o terceiro candidato a presidente a ser sabatinado pelo G1. Zé Maria (PSTU) e Aécio Neves (PSDB) já participaram. A sabatina é dividida em três blocos. No próximo bloco serão feitas perguntas de jornalistas e, no terceiro, o candidato terá de responder apenas "sim" ou "não" para as questões apresentadas.

Programas Futebol e Política do Canal do Jornal O Poder Popular.

Programas Futebol e Política do Canal do Jornal O Poder Popular.  Camaradas; Segue os links dos Programas Futebol e Política do Can...