terça-feira, 24 de janeiro de 2012

UJC PRESENTE NO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL 2012


Na luta de classes
 todas as armas são boas
 pedras
noites
poemas
Paulo Leminski

Programação sugerida:

  • 24/01 – Plenária da UJC - União da Juventude Comunista Local: Acampamento da Juventude-Horário a confirmar –
  •  25/01 – Panfletagem no Acampamento da Juventude (Parque Harmonia) para divulgar a Agenda Colômbia - Brasil.
  • 26/01 de 2012 das 09h às 12h  em São Leopoldo/RS: Evento da Agenda Colômbia-Brasil : (1) “Conflito armado e violação dos Direitos Humanos na Colômbia, presença de representantes do Partido Comunista Colombiano, do Coletivo de Educação Popular Dario Bitencourt e do Coletivo Sócio-Jurídico Orlando Falso Borba
  • 26/01 de 2012 das 09h às 12h no em São Leopoldo/RS: Evento da Agenda  Colômbia-Brasil: (2) “Processos populares de resistência na Colômbia” com presença de  representantes do Partido Comunista Colombiano, do Coletivo de Educação Popular Dario Bitencourt e do Coletivo Sócio-Jurídico Orlando Falso Borba
  • Debate sobre Educação, Extensão e Universidade Popular- Experiências na América latina – Local e horário a confirmar, serão divulgados no Acampamento da Juventude.

Contatos da UJC e de militantes que lutam por uma Educação e Universidade Popular em Goiás :

Eduardo( Geografia UEG) –UJC Cidade de Goiás ( 62)- 8150-4914
Daniel ( História UFG) – UJC Núcleo de Cultura Goiânia ( 62)- 8171-9712
Tobias ( Geografia UEG) – UJC Cidade de Goiás ( 62)- 9372-4038
Thaise Monteiro ( Letras e DCE-UFG) – Coletivo por uma Universidade Popular - thaisepoeta@gmail.com


União da Juventude Comunista

 
A União da Juventude Comunista (UJC), Juventude do Partido Comunista Brasileiro (PCB), saúda os participantes do Fórum Social Mundial Temático 2012 e propõe debates necessários na construção de mudanças estruturais na sociedade vigente.

                                                                                                   Janeiro de 2012

      O outro mundo possível e necessário: Socialismo!!!

Mais uma vez, o Brasil se torna centro de diversos movimentos, entidades e partidos do campo popular de todo o mundo. Estudantes, trabalhadores urbanos e do campo, sem terras, indígenas, negros, mulheres, dentre outros, se unem em um grande evento mundial para denunciar as mazelas produzidas por aqueles que detêm o poder econômico e político.
Vivemos uma conjuntura de crise do capitalismo, porém já a algum tempo o FSM - Fórum Social Mundial deixou de lado sua artilharia contra o neoliberalismo para tentar exaltar um ambientalismo e um suposto desenvolvimento sustentável no atual modo de produção capitalista. Nós da UJC afirmamos que não é possível um capitalismo com desenvolvimento humanizado visto que esse só funciona pautado na exploração do trabalho alheio, na super-produção e na transformação da vida em mercadoria. É evidente a existência de uma crise civilizatória e de uma crise ambiental mundial, contudo, reafirmamos que a questão do meio ambiente não deve servir para maquiar a crise do capital e sim evidencia - lá. Ou superamos o capitalismo ou teremos o esgotamento da vida e dos recursos naturais no mundoestrutura atual do Fórum Social Mundial é descentralizada mas quem “dá as cartas” são as ONGS e os grupos social-democratas que dirigem os espaços de organização e debate do Fórum. Negando a importância de partidos e organizações revolucionárias assim como de espaços deliberativos que confrontem o sistema , muitas vezes o Fórum se torna  a melhor maneira de reunir pessoas bem intencionadas para um grande objetivo : não confrontar as estruturas sociais vigentes. Entre avisos e faixas de que “Outro mundo é Possível", não se permite dizer o nome deste outro mundo, nem tão pouco falar em superação do capitalismo, mas falar em igualdade, distribuição mais justa, protagonismo, tudo isso se ouve aos montes. Da Fundação Ford até o Instituto Luis Eduardo Magalhães, a ABRINQ e a ABONG todos estão comprometidos com a integração de culturas, a defesa da Amazônia e com um futuro melhor, mas que futuro é esse ? Com certeza outro mundo possível para os trabalhadores não é o mesmo destas organizações e sujeitos que vivem da exploração do trabalho.


Porém, mesmo dentro do clima de dispersão montado por sua  organização, o Fórum é válido como local onde os que o rezam pela cartilha dos sociais-liberais podem se encontrar em atividades paralelas como as de solidariedade internacional às lutas na América Latina entre outras. Entendemos também, que oficinas de economia solidária,  reciclagem e manifestos contra o consumo de carne são educativas e podem ser muito interessantes, mas de maneira isolada o simples ato de “fazer minha parte” não nos oferece a oportunidade de emancipação enquanto classe explorada. Precisamos de projetos coletivos ligados a horizontes estratégicos de sociedade.
Para a educação, em particular nas universidades, nós da UJC destacamos a necessidade de durante o FSM pensar um projeto de universidade alternativo ao projeto do capital. O projeto hegemônico para a universidade brasileira é global e dinâmico, é nossa tarefa questioná-lo e contrapô-lo, o que exige que trabalhemos não somente a partir de ações pontuais e reativas a seus avanços, mas principalmente a partir da formulação de um projeto alternativo igualmente global.
Desta forma, a discussão em torno de uma educação e universidade popular se revela muito mais do que uma oposição às reformas universitárias atuais, visto que se insere na reflexão ativa sobre um outro projeto de sociedade, a ser protagonizado por todos setores explorados e oprimidos pela sociabilidade vigente.
O chamado à luta popular é uma tarefa árdua e deve ser tratada de maneira criativa valorizando experiências locais ligadas a um projeto global de superação do capitalismo. É neste sentido que convidamos as organizações, entidades e indivíduos a realizar e apoiar atividades paralelas que evidenciem o caráter predatório do capitalismo em crise, a luta anti-capitalista dos povos, na Grécia, em toda Europa e no Oriente, e também a lógica elitista do governo brasileiro de Dilma(PT), que se coloca a serviço da classe dominante, quando beneficia setores do agronegócio, da especulação financeira e do empresariado em detrimento dos trabalhadores.
Outro mundo é possível: o mundo socialista onde exista liberdade e cada um viva do seu trabalho.
                                                                   União da Juventude Comunista

                                                                                           

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