Estão de Greve:
Os professores da rede estadual
Os trabalhadores da Saúde - FUNED / HEMOMINAS / UNIMONTES / SES-DADS e alguns municípios.
Polícia Civil
FHEMIG
O GOVERNO DE MINAS DETÉM TODO MONOPÓLIO DA REDE DE COMUNICAÇÃO!!!
É PRECISO DIVULGAR O ABSURDO DESCASO COM OS TRABALHADORES DO ESTADO DE MG!!!
SE A IMPRENSA NAO DIVULGA, NÓS DIVULGAMOS!!!!!!!!!!
Servidores da saúde dão inicio à greve por tempo indeterminado
Data: 28/6/2011
Trabalhadores da área da saúde de Minas Gerais deram início nesta terça-feira (28/06) à greve que haviam aprovado na assembleia da última quarta-feira. Várias unidades estão funcionando em número reduzido de servidores. O Hospital Júlia Kubitschek (HJK), o Hospital Galba Veloso (HGV), a Fundação Ezequiel Dias (Funed) e algumas unidades do interior já estão trabalhando em regime de escala mínima.
Ipsemg entra em greve nesta segunda-feira
Estado de Minas
Publicação: 27/06/2011 10:51 Atualização: 27/06/2011 11:58
A porta do hospital na Alameda Ezequiel Diasl ficou cheia na manhã desta segunda-feira
Os servidores da saúde do Instituto de Previdência do Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) entraram de greve nesta segunda-feira. De acordo com a presidente do Sindicato dos Servidores do Ipsemg (Sisipsemg), Antonieta de Cássia Dorledo de Farias, 70% dos funcionários estão parados. O atendimento só está sendo feito em casos de urgência e emergência.
Segundo a presidente, dentre as revindicações da categoria, estão o reajuste salarial e a realização de concurso público. Ela alegou que o corpo de funcionário atualmente opera com metade dos servidores que são previstos por lei. A greve também foi aderida pelas cidades de Montes Claros, Juiz de Fora, Diamantina, Curvelo e Araguari, no interior do Estado. Uma passeata está prevista para o início desta tarde. Os servidores vão sair da Alameda Ezequiel Dias, na Região Hospitalar até a Praça da Liberdade. Ainda segundo Antonieta, uma assembleia na tarde dessa terça-feira deve definir se a greve será mantida.
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Greve da educação continua por tempo indeterminado
Em assembleia estadual realizada nessa terça-feira (28/06), no Pátio da ALMG, em Belo Horizonte, sob coordenação do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e do Comando de Greve, cerca de 6 mil trabalhadores/as em educação aprovaram a continuidade da greve por tempo indeterminado, depois fizeram um abraço simbólico aos prédios da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e do Ministério Público. “Essas atividades são para lembrar as esses poderes que eles precisam se manifestar e cobrar do governo o cumprimento da Lei do Piso Salarial Nacional”, afirmou a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira.
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PROFESSORES DE MINAS GERAIS DECIDEM POR GREVE
Professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais mantém a greve iniciada quinta feira por tempo indeterminado. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG), o Estado ainda não implementou o piso salarial nacional. O valor do piso, que vigora no país desde 1º de janeiro deste ano, segundo a lei 11.738, de 16 de julho de 2008, é de R$ 1.204.Para o sindicato mineiro e outras entidades que representam os professores, no entanto, esse valor deveria ser de R$ 1.312, considerando correções em janeiro de 2009 e no mesmo mês de 2010.Ainda de acordo com o sindicato mineiro, professores com formação de nível médio têm piso salarial de R$ 369 no Estado. O sindicato disse que faz um levantamento da adesão dos educadores à paralisação nesta sexta-feira. Na quinta-feira, 80% do total de 134 mil professores do Estado participaram da greve, segundo o sindicato.
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GREVE DA POLÍCIA CIVIL
Em vez de celas, correntes. Esta é a situação da Delegacia de Furtos e Roubos de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Os detentos são algemados a uma corrente enquanto esperam o encaminhamento do delegado, já que a delegacia não possui celas para abrigar os presos. Além disso, o local apresenta infiltrações, mofo excessivo, encanamentos quebrados, fiação elétrica precária e janelas quebradas.
O imóvel foi construído em 1912 e, por ser um dos prédios públicos mais antigos de Minas, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) na década de 1990 - quando funcionava uma cadeia no local.
Em 2002, o prédio passou por uma reforma, na qual recebeu pintura nova e reboco completo em sua fachada. Mas a estrutura continuou comprometida, pois o tombamento impede mudanças drásticas no aspecto.
Segundo o delegado Luiz Mauro Sampaio, várias salas do prédio estão inutilizadas, servindo apenas para o depósito de papéis e documentos antigos. "O mofo tomou conta de quase todo o local, as janelas estão quebradas e quando chove enfrentamos um grande problema de infiltração", disse.
Dessa forma, a delegacia, que oferece suporte a outras 14 cidades, mantém os presos algemados a uma corrente, enquanto aguardam transferência para o presídio da cidade. "Todo preso que recebemos da PM tem de ficar em uma sala preso a uma corrente, porque não temos celas", acrescentou o delegado.
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Campanha solidaria nas Regionais 04/2011Direção do SINDPOL/MG visita Sul de Minas e fortalece a greve
Notícias
Notícias da Greve: Mais uma vez Governo Anastasia mente e usa poder Judiciário para criminalizar e marginalizar movimento reivindicatório da Polícia Civil com práticas antidemocráticas e anti-sindicais
Não é surpresa para a Direção do SINDPOL/MG que o Governo do Estado, em sua incompetência em atender as demandas da Polícia Civil, que luta contra o sucateamento, em mais um ato de desespero, induza a Justiça mineira a reprimir e desqualificar movimento reivindicatório legítimos dos policiais civis por melhores salários e condições dignas de trabalho.
É lamentável que em pleno terceiro milênio, em tempos de inclusão de minorias e da livre expressão do pensamento, como recentemente decidiu o STF, que liberou por unanimidade a marcha da maconha, o Poder Judiciário e o Poder executivo, se unam para reprimir e subjugar, sem ouvir a parte contrária, manifestações legítimas em prol do melhoramento do serviço público.
O SINDPOL/MG, mais uma vez, reafirma o compromisso com a legalidade em manter o movimento grevista pautado pelo que dispõe o art. 8 da Constituição Federal, bem como a lei 7783/89 que regulamenta e estabelece o direito de greve dos servidores públicos civis. Neste sentido, como já fora defendido no primeiro processo, o SINDPOL/MG não realizou, nem realizará piquetes, não ocupou, nem ocupará a Cidade Administrativa, apenas tem orientado os servidores que lutam por melhores salários e condições de trabalho a atenderem 50% da demanda reprimida.
É de valia também salientar, que o SINDPOL/MG e os policiais civis não participaram de qualquer ato de fechamento da linha verde no dia 15 de junho, tampouco convocou qualquer tipo de manifestação ou Assembleia Geral da categoria para o dia 22 de junho, ou seja, amanhã. Ademais, a categoria aguarda uma manifestação do governo a respeito da pauta unificada do sindicato.
Enquanto isso, a greve continua, é claro, respeitando os limites estabelecidos em lei e nas determinações do Poder Judiciário, não interrompendo o funcionamento dos serviços essenciais.
Não obstante, o departamento jurídico do sindicato esta se acercando de todas as medidas necessárias para a defesa das arguições incidentais e inverídicas promovidas pelo governo de Minas em petição ao Poder Judiciário, pois no estado democrático de direito, em todo o processo, deve ser assegurado a ampla defesa e o contraditório, o que até agora, a nosso ver, não foi respeitado, nem dispensado a esta Entidade Sindical.
É IMPORTANTE RESSALTAR QUE, ATÉ O PRESENTE MOMENTO, O PODER JUDICIÁRIO NÃO DEFINIU O MÉRITO DA LEGALIDADE, OU NÃO, DA GREVE DA POLÍCIA CIVIL, E NESTE TOCANTE ESTAMOS USANDO DE TODOS OS MEIOS DE DEFESA ADMITIDOS EM DIREITO, ATÉ A ÚLTIMA ORDEM A GREVE CONTINUA.
CHOQUE DE GESTÃO SÓ TEM SENTIDO
SE FOR EM SAÚDE E EDUCAÇÃO!!!!
Salário do professor no Brasil é o 3º pior do mundo!
MINAS GERAIS: O PIOR SALÁRIO DA EDUCAÇÃO DO PAÍS!
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