sexta-feira, 19 de agosto de 2016
domingo, 14 de agosto de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
Nenhum direito a menos! Fora Temer!
A manipulação das Olimpíadas pela grande mídia vem criando uma cortina de fumaça em torno dos reais problemas e desafios enfrentados pelos trabalhadores brasileiros. A mídia produz artificialmente um clima de estabilidade e otimismo através da divulgação de “boas notícias”: real mais valorizado, sinais de novos investimentos imobiliários, recuperação da Petrobrás, mais “confiança” dos investidores no mercado. A verdade é que os maiores beneficiários das Olimpíadas foram os grandes empresários, principalmente os donos das empreiteiras, ao passo que populações residentes nas proximidades dos locais dos Jogos foram despejadas de suas moradias. Os capitalistas revenderão com lucros os apartamentos da Vila Olímpica, explorarão as novas linhas do Metrô do Rio, se apropriarão dos ganhos dos hotéis, enquanto, para a maioria da população, o legado continuará sendo os péssimos serviços prestados pelos governantes e os ataques aos direitos dos trabalhadores. A pretensa estabilidade é uma farsa: o país está em recessão, cerca de 12 milhões de trabalhadores estão desempregados, os aposentados e os que irão se aposentar estão ameaçados em seus direitos, os servidores públicos, professores e outras categorias estão sofrendo um arrocho salarial brutal. O grande capital deu a Temer a tarefa de flexibilizar ainda mais os direitos trabalhistas, generalizar a terceirização, privatizar o que resta de público e aprofundar os cortes nos programas sociais. O chamado “ajuste fiscal”, iniciado antes por Dilma, vem com toda a força para garantir a recuperação das taxas de lucro dos grandes monopólios, ao preço de mais repressão aos movimentos populares. Para tal, o governo ilegítimo não precisará criar novas leis, pois basta aplicar a famigerada lei “antiterrorismo”, uma das heranças dos governos petistas. Ao mesmo tempo, Temer e sua camarilha, composta por políticos envolvidos em escândalos de corrupção e adeptos do pensamento de direita, estimulam a onda conservadora na sociedade, algo que, em alguns momentos, beira ao fascismo, como a proposta da “Escola sem Partido”, voltada a banir das escolas o pensamento crítico. Além dos projetos que circulam no Congresso para desfigurar a legislação social e trabalhista e das campanhas da mídia pela privatização das universidades públicas, há os ataques sistemáticos aos direitos das mulheres, dos negros, dos índios e da comunidade LGBTT, acompanhados de discursos carregados de preconceitos. Não é hora de alimentar ilusões reformistas, como as propostas que circulam na esquerda de novas eleições, reforma política ou constituinte. Essas alternativas institucionais serão a tábua de salvação para a burguesia, que tentará eleger um “novo” governo do capital legitimado pela “vontade popular”, para seguir com sua ofensiva contra os trabalhadores. Seja qual for o governo de turno (a volta de Dilma, a permanência de Temer ou um novo presidente eleito) estão dadas as condições para o desenvolvimento de um novo ciclo de protestos e mobilizações, com o crescimento das lutas por terra, teto, trabalho, direitos civis, saúde, educação e transportes públicos, contra as discriminações de qualquer tipo. Os comunistas e as forças anticapitalistas têm o dever de fazer avançar a unidade de ação nessas lutas. É preciso criar as condições para a construção de um BLOCO DE LUTAS ANTICAPITALISTAS e realizar, no primeiro semestre de 2017, um Encontro Nacional da Classe Trabalhadora e dos Movimentos Populares, dando amplitude nacional ao movimento de resistência às ofensivas do capital.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Roda de conversa: Terceirização e precarização do trabalho
A terceirização é umas das principais formas de superexploração da mão-de-obra do trabalhador, já que os empregados desse tipo ganham 25 por cento a menos do que os trabalhadores diretos; eles trabalham em média três horas por semana a mais que os não terceirizados e sofrem mais acidentes de trabalho. Para lutarmos contra esse retrocesso é preciso que toda a classe trabalhadora discuta o tema e se organize. Só assim vamos manter o que é nosso por direito, fruto de muita luta, e conquistado com muito suor pela classe trabalhadora brasileira. Defendemos que nenhum direito seja cortado, e que avancemos em novas conquistas.
Por isso a Unidade Classista, corrente sindical da esquerda revolucionária que atua com a perspectiva de ajudar no processo de organização dos trabalhadores para o enfrentamento aos ataques que o sistema capitalista e seus gestores nos impõem, convida todos os trabalhadores e trabalhadoras para a roda de conversa TERCEIRIZAÇÃO E PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO, no dia 13 de Agosto, às 14 horas, no sindados.
Sindados MG- Rua David Campista, 150 - Floresta, Belo Horizonte- MG
A mesa será composta por:
Deise Luiza- Professora do curso de Administração da FACE UFMG.
Emanuel Bonfante- Diretor do SINTAPPI-MG e trabalhador da BHTRans
Túlio Lopes- Professor de História da Educação na UEMG.
PARTICIPE! LUTE! SE ORGANIZE!
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
DIGA NÃO AO PLP 257/16
O presidente da Câmara de Deputados em Brasília, Rodrigo Maia (DEM), confirmou que irá votar a partir dessa semana (1º deagosto) o famigerado PLP 257, que trata da renegociação das dívidas dos estados e do ajuste fiscal aplicado aos servidores. Entreas medidas está a impossibilidade de governadores concederem reajustes salariais no prazo mínimo de dois anos.
Embora o PL 4.567, que trata da privatização da exploração de petróleo na camada Pré-sal, não conste até o momento na pautada Câmara, é bem provável que ele também seja votado na primeira semana de trabalho do parlamento, uma vez que seu regime de urgência foi aprovado concomitantemente ao do PLP 257, na última semana antes do recesso parlamentar.
Será apresentado na segunda-feira um substitutivo ao texto do PL 257 que poderá receber emendas de plenário. É poucoprovável que a matéria seja votada logo nesta segunda-feira devido à falta de quórum, mas não se pode descartar talpossibilidade em razão de se tratar da primeira semana de trabalho efetivo do novo presidente.
É importante lembrar que o projeto que trata da renegociação das dívidas dos Estados e do Distrito Federal com a União propõemudanças na Lei de Responsabilidade Fiscal, fixando limites para os gastos públicos e determinando a redução das despesas,especialmente as despesas com pessoal.
Eis alguns pontos da proposta que comprovam o tamanho da ameaça aos servidores e o serviço público:
Congelar aumentos ou ajustes de remuneração;
Suspender admissão ou contratação de pessoal inclusive nas Empresas Estatais;
Reduzir em 10% as despesas com cargos de livre provimento;
Contabilizar as despesas com terceirização de mão de obra e outras formas de contratação nas despesas de pessoal;
Transferir bens e participações acionárias dos Estados para a União, que fará a alienação, ou, privatização.
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