segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
domingo, 30 de dezembro de 2012
sábado, 29 de dezembro de 2012
Minas regulamenta benefícios ao setor de mineração
Foi
publicado nesta terça-feira (18/12) o Decreto 46.110, em que o estado
de Minas Gerais, alterando o Regulamento do ICMS (Decreto 43.080/02),
concede benefícios fiscais ao setor minerário. Essas benesses, conforme
nova redação dada ao artigo 501 do RICMS, consistem em (i) adoção de
novos critérios diferentes do disposto no artigo 43 do referendado
diploma, para a determinação da base de cálculo nas operações
interestaduais e; (ii) concessão de crédito presumido nas saídas
tributadas de até 30% do valor destacado em documento fiscal, valendo
observar que foi vedado o aproveitamento de outros créditos.
Tais concessões serão formalizadas por meio de regime especial, cujo requerimento está sujeito à análise da Superintendência de Tributação do Estado (Sutri). A sistemática será aplicada a todos os estabelecimentos da mesma empresa que exerçam atividade no ramo e, dependendo dos termos do regime, serão adotados valores ou critérios distintos do artigo 43 do regulamento por mercadoria, estabelecimento, período de apuração ou exercício. Além disso, o recolhimento do imposto não poderá ser inferior ao valor médio recolhido nos 12 meses anteriores à inscrição no regime.
Para que o contribuinte possa gozar dos benefícios concedidos pelo citado decreto, deverá cumprir uma série de requisitos (art. 503, RICMS), sendo um deles a nova apuração do imposto, utilizando a base de cálculo prevista no regime especial, nos cinco anos anteriores à sua vigência, para as operações interestaduais. Ademais, deve ser recolhida, de forma integral ou parcelada, a diferença do montante a ser pago após o resultado dessa apuração, devidamente acrescido de juros.
Entretanto, o requisito que mais se destaca é a obrigação de adimplir todos os débitos existentes, bem como o de desistir de eventuais questionamentos judiciais e administrativos quanto à Taxa Minerária (TFRM — instituída pela Lei Estadual 19.976/11).
Ora, a TFRM, que expressa nitidamente a sanha arrecadatória do Estado sobre a mineração exercida em seu território é, atualmente, objeto da ADI 4.785, ajuizada pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), que pretende ver declarada a inconstitucionalidade da norma mineira.
No mesmo sentido, há ações individuais movidas por contribuintes para afastar a incidência da taxa, que onera significativamente suas operações. Fica evidente, portanto, que a determinação de adimplemento e desistência de demandas judiciais ou administrativas quanto à TFRM para concessão de regime especial de ICMS sobre a atividade configura nítida sanção política que, em verdade, acaba por onerar o setor minerário.
Em outros termos, o Estado reconhece a fragilidade da norma que instituiu a Taxa Minerária e, com suposto beneficio aos contribuintes que abrirem mão de discuti-la, tenta diminuir o número de opositores. Todavia, é preciso destacar que na ADI 4.785, a Procuradoria-Geral da República emitiu parecer opinando pela parcial procedência dos pedidos, além da existência, como dito, de vários contribuintes, que em ações individuais, tiveram liminares deferidas para suspender a exigibilidade da TFRM, expondo a insubsistência do tributo em comento.
Portanto, a imposição de quaisquer ônus ao contribuinte que atua no setor minerário, para que possa usufruir dos benefícios concedidos pelo Decreto 46.110, beira a ilegalidade, o que é passível de questionamento judicial, até porque a ADI, pela fase processual, pode a qualquer momento ter uma decisão definitiva.
Tais concessões serão formalizadas por meio de regime especial, cujo requerimento está sujeito à análise da Superintendência de Tributação do Estado (Sutri). A sistemática será aplicada a todos os estabelecimentos da mesma empresa que exerçam atividade no ramo e, dependendo dos termos do regime, serão adotados valores ou critérios distintos do artigo 43 do regulamento por mercadoria, estabelecimento, período de apuração ou exercício. Além disso, o recolhimento do imposto não poderá ser inferior ao valor médio recolhido nos 12 meses anteriores à inscrição no regime.
Para que o contribuinte possa gozar dos benefícios concedidos pelo citado decreto, deverá cumprir uma série de requisitos (art. 503, RICMS), sendo um deles a nova apuração do imposto, utilizando a base de cálculo prevista no regime especial, nos cinco anos anteriores à sua vigência, para as operações interestaduais. Ademais, deve ser recolhida, de forma integral ou parcelada, a diferença do montante a ser pago após o resultado dessa apuração, devidamente acrescido de juros.
Entretanto, o requisito que mais se destaca é a obrigação de adimplir todos os débitos existentes, bem como o de desistir de eventuais questionamentos judiciais e administrativos quanto à Taxa Minerária (TFRM — instituída pela Lei Estadual 19.976/11).
Ora, a TFRM, que expressa nitidamente a sanha arrecadatória do Estado sobre a mineração exercida em seu território é, atualmente, objeto da ADI 4.785, ajuizada pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), que pretende ver declarada a inconstitucionalidade da norma mineira.
No mesmo sentido, há ações individuais movidas por contribuintes para afastar a incidência da taxa, que onera significativamente suas operações. Fica evidente, portanto, que a determinação de adimplemento e desistência de demandas judiciais ou administrativas quanto à TFRM para concessão de regime especial de ICMS sobre a atividade configura nítida sanção política que, em verdade, acaba por onerar o setor minerário.
Em outros termos, o Estado reconhece a fragilidade da norma que instituiu a Taxa Minerária e, com suposto beneficio aos contribuintes que abrirem mão de discuti-la, tenta diminuir o número de opositores. Todavia, é preciso destacar que na ADI 4.785, a Procuradoria-Geral da República emitiu parecer opinando pela parcial procedência dos pedidos, além da existência, como dito, de vários contribuintes, que em ações individuais, tiveram liminares deferidas para suspender a exigibilidade da TFRM, expondo a insubsistência do tributo em comento.
Portanto, a imposição de quaisquer ônus ao contribuinte que atua no setor minerário, para que possa usufruir dos benefícios concedidos pelo Decreto 46.110, beira a ilegalidade, o que é passível de questionamento judicial, até porque a ADI, pela fase processual, pode a qualquer momento ter uma decisão definitiva.
Daniel Santos Prado é advogado do departamento de Direito Tributário do escritório Décio Freire & Associados.
Revista Consultor Jurídico, 20 de dezembro de 2012
PCB adquire sede do Centro de Formação Astrojildo Pereira
O PCB adquiriu, na última semana, o
imóvel que servirá de sede para o Centro de Formação Astrojildo Pereira.
Após meses de pesquisa e levantamento das possibilidades, os
Secretários Geral e de Organização, respectivamente Ivan Pinheiro e
Edilson Gomes, assinaram a escritura de compromisso de compra de uma
casa nos subúrbios do município de Cachoeira Paulista, na região de
Cruzeiro (SP), cumprindo decisão da Comissão Política Nacional.
O local abrigará a Escola Nacional de
Quadros do PCB e servirá ainda como espaço para diversas atividades das
organizações e instâncias do Partido e da UJC, além de eventos da
Unidade Classista, de entidades e movimentos parceiros do PCB. Será um
local também dedicado à solidariedade internacionalista.
"Trata-se de um imóvel em
localização estratégica, equidistante do Rio de Janeiro e São Paulo, e
próximo também de Belo Horizonte, com linha regular de ônibus para essas
três principais cidades do Sudeste", comentou Edilson Gomes.
Por que Astrojildo Pereira?
A escolha do nome, segundo o Secretário
Geral, foi do Comitê Central do PCB e homenageia um dos fundadores do
Partido. Astrojildo não era um intelectual diletante. Foi um militante
que soube aliar teoria e prática, na perspectiva da revolução
socialista: formulador, agitador e organizador. Mesmo quando num período
da nossa história foi posto à margem da direção partidária, manteve-se
sempre fiel ao Partido.
O PCB precisará da solidariedade dos
militantes, amigos e simpatizantes do Partido, para podermos inaugurar e
manter o Centro de Formação Astrojildo Pereira.
Uma das primeiras necessidades é a
escolha de uma logomarca para o Centro. Estamos pedindo sugestões de
arte para a logomarca, através do endereço eletrônico nacional do
Partido (
pcb@pcb.org.br ).
Campanha de finanças e trabalho voluntário
O camarada Edilson anunciou ainda que o
Partido lançará em breve uma série de iniciativas visando obter recursos
para complementar o pagamento do imóvel e reformar, ampliar e equipar o
centro, que ainda não está em condições de uso coletivo, apesar da boa
estrutura de sua construção. A previsão é que o centro seja inaugurado
daqui a um ano, em janeiro de 2014. Trata-se de uma modesta casa, que
dispõe de um terreno livre com proporções suficientes para a construção
de auditório, salas e alojamentos.
Além da captação de finanças, outra
forma militante de contribuir para a inauguração do espaço será o
trabalho voluntário, com a formação de brigadas, que contarão com o
decisivo protagonismo da juventude comunista, sob orientação de
especialistas qualificados.
Nas palavras de Ivan Pinheiro: "Nada
para nós é fácil. Nunca foi, nesses 90 anos. Precisamos do apoio
financeiro dos amigos e simpatizantes, além - é mais que óbvio - da
garra de nossa militância para estruturar o local. Mas é até bom que
seja assim. Basta pensar que, há exatas nove décadas, Astrojildo e
poucos militantes dispersos por um país continental, com péssimas
condições de transporte e comunicações, se dispuseram a fundar o PCB
para fazer a revolução socialista. É um exemplo para cada um de nós,
nesse momento. Vamos honrar o heroísmo de nossos fundadores e inaugurar e
manter nosso Centro de Formação".
Dilma: gargalhando da nossa cara
O Olhar Comunista fecha
2012 destacando as falas da mandatária da República, em entrevista a
jornalistas, dentre as quais afirmou achar "ridículo" falar em
racionamento de energia, pediu para que "gargalhem" se for dada a
justificativa de raios e disse que a responsabilidade pelos apagões
vindouros é "falha humana". Pelo menos nessa última fanfarronice, ela
tem razão: a culpa é toda sua, presidente!
Ex-ministra de Minas e Energia, Dilma
"só pode estar de sacanagem", como diz a gíria popular. Ao invés de
tentar fazer gracinhas com a imprensa, a presidente deveria assumir sua
parcela de responsabilidade pela manutenção de um modelo privatista que
assassina trabalhadores na ponta do sistema (são muitos os casos,
principalmente de terceirizados nas distribuidoras de energia entregues à
iniciativa privada), não garantem o investimento necessário por parte
das companhias (sempre com o pires na mão nas portas do BNDES, a espera
de uma boquinha em momentos de crise), que fazem explodir bueiros no Rio
de Janeiro, que garantem taxas de lucro abusivas para as empresas e
torna as contas altíssimas para a população, mesmo o Brasil possuindo
uma barata matriz energética, que destrói nossos recursos naturais e
ameaça comunidades indígenas e ribeirinhas, etc e etc.
Enfim, um modelo excludente e - sabemos
agora - cheio de "gambiarras" que podem deixar o país às escuras. Por
isso, presidente, é melhor ficar calada. Pare você de gargalhar da nossa
cara...
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Cemig pagará R$ 3,3 bilhões em juros e dividendos
Por Daniela Meibak |
Valor
SÃO
PAULO - Atualizada às 10h50. O conselho de administração
da Cemig aprovou ontem o pagamento de R$ 3,3 bilhões em remuneração aos
acionistas. Desse total, R$ 1,6 bilhão são referentes a dividendos
extraordinários e R$ 1,7 bilhão, a juros sobre capital próprio.
Os dividendos correspondem a R$
1,876 por ação e serão pagos em duas parcelas. A primeira, de R$ 1,2 bilhão, o
equivalente a R$ 1,407 por ativo, será paga até 15 de janeiro. O pagamento da
segunda, de R$ 400 milhões, sendo R$ 0,469 por ação, ocorrerá até 30 de
junho.
Os juros sobre capital próprio do
exercício de 2012, os quais serão considerados e compensados no cálculo de
dividendos obrigatórios, correspondem a R$ 1,993 por ação com retenção de 15%
no imposto de renda. Este segundo tipo de remuneração será pago em duas
parcelas iguais, com a primeira até 30 de junho e a segunda até 30 de dezembro
de 2013.
Os investidores da base acionária
de hoje terão direito aos benefícios. As ações da companhia serão negociadas
“ex-direitos” a partir do dia 26.
Reação do
mercado
Na bolsa, as ações ordinárias da
Cemig abriram o pregão com valorização de 4,95%, a R$ 24,35, e lideram as
altas do Ibovespa. O principal índice da bolsa brasileira tinha queda de 1,10%
no mesmo horário.
Além do anúncio de hoje, os
investidores reagem à notícia de que a empresa receberá nos
próximos dias a segunda parcela do pagamento de uma dívida bilionária devida pelo governo de Minas
Gerais. Ontem, o secretário-adjunto estadual da Fazenda, Pedro Meneguetti,
disse que 350 milhões de euros já estão sendo internalizados.
Na semana passada, o governo
transferiu à empresa US$ 450 milhões referentes a um financiamento obtido no Banco Mundial. Em
janeiro, chega a maior parcela — US$ 1,3 bilhão — dos financiamentos tomados
por Minas para acertar as contas com a empresa, segundo Meneguetti.
(Daniela Meibak |
Valor)
sábado, 22 de dezembro de 2012
PCB na luta pela criação do Monumento Nacional Contra a Tortura, na extinta Usina Cambayba
PCB |
|
Na última terça-feira (18/12),
militantes do PCB, em Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro,
participaram do ato público na ocupação do MST- Luís Maranhão - nas
terras que pertenceram a extinta Usina Cambayba.
O complexo de sete fazendas foi ocupado
pelo MST pela segunda vez no dia 2 de novembro de 2012. Hoje,
aproximadamente 200 famílias ocupam as terras da extinta usina,
defendendo sua desapropriação e Reforma Agrária já.
O Partido Comunista Brasileiro apoia a
ocupação Luís Maranhão - nome de um de seus dirigentes assassinados pela
ditadura - e que, segundo depoimento do torturador Cláudio Guerra, no
livro "Memórias de uma Guerra Suja", foi um dos militantes que tiveram
seus corpos incinerados nos fornos da referida usina.
O PCB defende que a extinta Usina
Cambayba deve ser transformada em testemunho do período da ditadura
civil militar, no município de Campos dos Goytacazes.
Os fornos e o complexo industrial devem
ser tombados como patrimônio histórico como MONUMENTO NACIONAL CONTRA A
TORTURA, para que sejam preservados em nome da memória histórica do
período da ditadura civil-militar e dos dez militantes comunistas
possivelmente executados, cujos corpos foram levados para ali serem
incinerados.
O Brasil sancionou tardiamente a lei que
cria a Comissão Nacional da Verdade para apurar violações aos direitos
humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a ditadura
militar, tendo como objetivo esclarecer fatos ocorridos neste período.
Para isso, aproveitará as informações produzidas há quase 16 anos pela
Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos e há dez anos
pela Comissão de Anistia.
No Estado do Rio de Janeiro a
Assembleia Legislativa aprovou em 17/10/12 a Comissão Estadual da
Verdade para acompanhar e subsidiar a Comissão Nacional da Verdade.
Dos lugares apontados como centros de
tortura no Brasil no período militar, 13 eram localizados no Estado do
Rio de Janeiro, como o DOI-CODI (Destacamento de Operações de
Informações do Centro de Operações de Defesa Interna), no Rio, e a Casa
da Morte, em Petrópolis.
Após os depoimentos de Cláudio Guerra em
seu livro, Campos dos Goytacazes passa a figurar como possível palco
das atrocidades da ditadura civil-militar onde, segundo Guerra, foram
incinerados os corpos de dez militantes comunistas pertencentes a
diversas organizações:
1- João Batista Rita (M3G)
2- Joaquim Pires Cerveira (militante da Frente de Libertação Nacional)
3- Ana Rosa Kucinski Silva (militante da Aliança Libertadora Nacional)
4- Wilson Silva (ALN)
5- David Capistrano (dirigente nacional do Partido Comunista Brasileiro)
6- João Massena Melo (dirigente nacional do PCB)
7- Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira (APML)
8- Eduardo Collier Filho (APML)
9- José Roman (dirigente do PCB)
10 - Luís Inácio Maranhão Filho (dirigente do PCB)
Assim, é urgente o tombamento histórico
dos fornos da extinta Usina Cambayba, como MONUMENTO NACIONAL CONTRA A
TORTURA, para evitar seu desmantelamento, com a venda das estruturas que
restam, em nome da preservação da memória, a ser articulada com
documentos fruto de pesquisas e relatórios da Comissões Estadual e
Nacional da Verdade, prestando-se relevante contribuição à História do
Brasil e à luta contra a tortura.
Graciete Santana
PCB - RJ
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
2012 - MAIS UM ANO DE MUITAS LUTAS!
FRENTE INDEPENDENTE PELA MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA - MINAS GERAIS
INSTITUTO CAIO PRADO JUNIOR - MINAS GERAIS
CORRENTE SINDICAL UNIDADE CLASSISTA - MINAS GERAIS
CASA DA AMÉRICA LATINA - BELO HORIZONTE
ASSOCIAÇÃO CULTURAL JOSÉ MARTÍ - MINAS GERAIS
CAMARADA FERNANDÃO, PRESENTE!

CAMPANHA-MOVIMENTO PCB - 2012
VIVA O PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO!
PCV - A opção revolucionária!
O Partido Comunista da Venezuela - PCV elevo de 08 a 11 sua participação de Deputados nos Conselhos Legislativos Regionais e elevo de 158 mil votos em 2008 a 248 mil votos em 2012, significando um aumento de 76%.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Mais privatizações
O governo federal anunciou, hoje, a privatização dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG). No Olhar Comunista dessa quinta.
A receita esperada pelo governo é de
cerca de R$ 15,4 bilhões, e a razão alegada para a operação é a melhoria
dos serviços. Foram anunciados, ainda, a criação da Infraero Serviços,
para prestar serviços especializados, e investimentos de R$ 7,3 bilhões
para construir e reformar 270 terminais de pequeno porte.
Galeão e de Confins seguem a trilha da
privatização realizada com os terminais de Brasília, Viracopos e
Guarulhos. É uma transferência de propriedade para empresas privadas que
não investiram um centavo na construção dos terminais.
E, ao que tudo indica, vai se repetir o
que ocorreu na grande maioria das privatizações realizadas pelos
governos Collor, FHC e Lula: redução das escalas de operação, tarifas
mais elevadas, baixo investimento em manutenção e quase nenhum gasto com
expansão.
No limite, as concessionárias alegarão
que não dispõem de recursos para investir e o Estado será chamado a
financiar as obras. Os exemplos do setores elétrico e de transportes
confirmam esta tendência.
Este é mais episódio que comprova a
interligação direta entre o Estado brasileiro e os interesses privados,
que acenam com serviços de luxo para os segmentos de alta renda – como
no caso dos serviços de saúde – e deixam à míngua a grande maioria da
população, da classe trabalhadora.
Em tempo: aeroviários e aeronautas de
todo o país paralisaram o trabalho e realizaram manifestações, hoje,
exigindo reajuste salarial de 11,4% (as empresas ofereceram de 1,5 a
6%).
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Retirada de Direitos Previdenciários e Crise da Democracia Participativa em Debate
Retirada de Direitos Previdenciários e Crise da Democracia Participativa em Debate
No dia 18 de dezembro encerrando ociclo de debates sobreCapitalismo Contemporâneo, Educação e Tecnologia, em cursopromovido
pelo programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da UFMG,
estarão na mesa Sara Granemann, da Universidade Federal do Rio de
Janeiro (UFRJ), analisandoAs Políticas do Capital de Retirada de Direitos Previdenciários do Funcionalismo Público no Brasil e Wander Emediato, da UFMG, abordando o tema Democracia Representativa e Democracia Participativa: Crise e Perspectivas.O debate acontece no Auditório Neidson Rodrigues, às 14h, na Faculdade de Educação.
Sara
Granemann analisaráa contrarreforma da previdência dos servidores
públicos, realizada pelo governo federal em 2003, com o argumento de
estabelecer o equilíbrio fiscal nas contas do Regime Próprio de
aposentadorias. Entretanto, esta contrarreforma criou, na verdade, um
largo espaço para a privatização das aposentadorias do funcionalismo
público. Por meio de uma privatização não-clássica há
transferência do fundo público – majoritariamente produzido pelos
trabalhadores – aos capitais. Nesta modalidade, explica-se a
contrarreforma da previdência de 2003. Por meio dela, parte dos
trabalhadores do serviço público deixará de ter o direito à
aposentadoria integral. Com a constituição do FUNPRESP – que
se difunde como alternativa para o futuro dos trabalhadores – mais do
que garantir aposentadorias, possibilitar-se-á aos capitais encontrar
recursos de longo prazo para solucionar suas crises e/ou seu
desenvolvimento. Os fundos de pensão, no Brasil como em todo o mundo,
operam com aplicações em títulos públicos e ações de empresas em bolsas
de valores.
Wander
Emediato discutirá algumas características da Democracia Representativa e
seus limites em relação a uma efetiva participação cidadã nos processos
decisórios, seja no âmbito da política, de um modo geral, seja no nível
mais concreto das deliberações sobre políticas públicas e gestão
pública, processos que interferem diretamente no cotidiano de cada
pessoa. Emediato refletirá sobre o problema da Democracia Participativa e
a necessidade de desenvolvimento de mecanismos de discussão e de
participação cidadã que interfiram diretamente nas deliberações em
diferentes situações. Partindo da ideia de que há uma crise nos
processos deliberativos da Democracia Representativa, importa realizar
uma reflexão sobre a relevância da ampliação dos mecanismos de
iniciativa e de ação popular cidadã, previstos na Constituição Federal,
como alternativa à crise da representação.
Sara
Granemann é professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mestre
e doutora pelo Programa de Pós-graduação em Serviço Social da Escola de
Serviço Social da UFRJ. Pesquisadora do NEPEM-UFRJ (Núcleo de Estudos e
Pesquisas Marxistas). Coordenadora de Curso de Extensão para os
Movimentos Sociais do Campo.
Wander
Emediato é professor da Faculdade de Letras da UFMG, Coordenador do
Núcleo de Análise do Discurso e da área de Língua Portuguesa. Foi
Coordenador do curso de Letras e vice-diretor da Faculdade de Letras
entre 2005 e 2010. Desenvolve e orienta pesquisas na área de Linguística
do Texto e do Discurso, em especial, sobre argumentação, linguagem e
discurso (discurso e mídia, discurso e ensino, discurso e política,
discurso e sociedade).
As palestras,de interesse de professores, estudantes e técnicos-administrativos,serão transmitidas ao vivo, com possibilidade de participação em tempo real,por meio dos siteswww.radio.fae.ufmg.bre www.justin.tv/fae_ufmg.
domingo, 16 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
A despedida do PCB ao camarada Oscar Niemeyer
O PCB marcou presença no enterro de Oscar Niemeyer. Militante do Partido desde os anos 1940, o arquiteto teve seu corpo sepultado sob os versos da Internacional, cantada a plenos pulmões pelos militantes comunistas e também por integrantes da UJC.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Lançamento da Casa da América Latina em BH
Casa da América Latina será inaugurada em BH
Será inaugurada às 18h30 da próxima terça-feira (11), no Centro
Cultural da UFMG, a Casa de América Latina de Belo Horizonte. O
lançamento contará com a presença do cônsul-geral da Venezuela no Rio de
Janeiro, Edgar Gonzáles Marín, o jornalista e historiador Leovegildo
Leal, e o vice-presidente da Casa no Rio de Janeiro, Hiran Roedel, que
debaterão sobre “A Revolução Bolivariana e a América Latina”.
Inicialmente, a Casa da América Latina foi criada no Rio de Janeiro em
2007, com o objetivo de promover a integração e o intercâmbio cultural
entre os povos da América Latina. A sessão da Casa em Belo Horizonte
será instalada na Avenida Brasil, 48, sala 1102, onde serão realizados
cursos, palestras, seminários e atividades culturais.
Lançamento: Casa da América Latina;
Horário: 18h30;
Local: Centro Cultural da UFMG – Avenida Santos Dumont, 174, Centro, 5º andar, sala 5.
Horário: 18h30;
Local: Centro Cultural da UFMG – Avenida Santos Dumont, 174, Centro, 5º andar, sala 5.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
domingo, 2 de dezembro de 2012
UNIDADE CLASSITA - Resultados das eleições do SindUTE - MG
SUBSEDE SABARÁ - VITÓRIA DA CHAPA UM/ÚNICA
Camaradas da UNIDADE CLASSISTA eleitos para a diretoria da subsede.
SUBSEDE NANUQUE - VITÓRIA DA CHAPA UM/ÚNICA
Camaradas da UNIDADE CLASSISTA eleitos para a diretoria da subsede.
SUBSEDE BARREIRO/BH - VITÓRIA DA CHAPA DOIS/OPOSIÇÃO
Camarada da UNIDADE CLASSISTA eleito para a diretoria da subsede.
CONSELHO GERAL DO SINDUTE-MG
Elegemos os camaradas Daniel Braga (Sabará), Luciano (Nanuque) e Túlio Lopes (Contagem).
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